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Como escolher a lâmpada ideal para sua casa - Parte I

Elyzia Rodrigues | 19.12.17 | | | | | | 2 Comentários
Para ajudar você a escolher e levar a lâmpada certa, abordamos aqui alguns dos principais termos que você encontrará no site e nas embalagens.

Foto: Marido de Aluguel Jaraguá
 
Todas as pessoas têm dúvida sobre a forma correta de iluminar cada ambiente da casa. Não existe nenhuma regra ou exigência técnica em relação ao assunto, mas atender com bom senso ás necessidades das pessoas que utilizam o ambiente deve prevalecer.
Primeiramente temos que entender alguns conceitos importantes para conseguirmos escolher a lâmpada ideal para cada situação.

TEMPERATURA DE COR
A temperatura de cor expressa a aparência de cor da luz emitida pela lâmpada.
Isso quer dizer que quanto mais alta a temperatura de cor, mais clara é a tonalidade de cor da luz.
Quando falamos em luz quente ou fria, não estamos nos referindo ao calor físico da lâmpada, e sim a tonalidade de cor que ela irradia ao ambiente.
As lâmpadas quentes têm temperatura de cor entre 2500K a 3100K. São lâmpadas que deixam o ambiente com a tonalidade amarelada e proporcionam a sensação de calor, aconchego e relaxamento.
É ideal para sala de estar, sala de jantar, quartos e para criar mais proximidade e intimidade.

 Foto: Doppia Interiores
As lâmpadas neutras têm temperatura de cor entre 3100K e 4000K. São chamadas de luz neutra ou natural, pois sua tonalidade é mais branca, a maioria das casas utiliza lâmpadas com essa temperatura de cor.  Sua principal característica é não alterar a cor real dos objetos.
É ideal na cozinha, escritório, bancada de estudos, depósito e banheiro.
 Foto: Mark Sistemas
As lâmpadas frias são lâmpadas com temperatura de cor acima dos 4000K. Elas deixam o ambiente com tonalidade azul-violeta, proporcionam a sensação de limpeza, aumentam a acuidade visual e devem ser usadas em situações que precisamos de foco e atenção.
Ideal para ambientes como cozinha, área de serviço, escritório e banheiro. No caso da iluminação do banheiro é ideal que a maquiagem não seja feita sob essa luz, pois ela altera a cor real dos objetos.

IRC – ÍNDICE DE REPRODUÇÃO DE COR
IRC ou Índice de Reprodução de Cor é a escala de 0 a 100 que utilizamos para medir a fidelidade de cor que a iluminação reproduz dos objetos.
Lâmpadas com IRC na escala entre 80 a 100 são as que reproduzem mais fielmente as cores vistas na decoração ou nos produtos.
Foto: Arquitetizze
Os valores de IRC só podem ser comparados entre temperaturas de cor similares.

POTÊNCIA E FLUXO LUMINOSO
A potência, medida em Watts (W), informa a quantidade de energia que a lâmpada irá consumir para gerar luz. É importante lembrar que ter mais potência não significa que a lâmpada irá proporcionar mais luz, para isso temos outra grandeza, o Fluxo Luminoso, expresso em lúmens (lm).
O Fluxo Luminoso trata da quantidade de luz emitida por uma lâmpada, ou seja, quanto maior o índice, mais luz a lâmpada emite.

VIDA ÚTIL
É a expectativa de durabilidade de uma fonte luminosa.

Foto: Empalux


TIPOS DE LÂMPADAS

As lâmpadas mais comuns encontradas no mercado são:
- Incandescentes
- Halógenas
- Fluorescentes tubulares e Fluorescentes eletrônicas Compactas
- LED

Na próxima semana a gente fala mais detalhadamente sobre cada uma delas.
Porém, se antes disso, tiver alguma dúvida, entre em contato que a gente ajuda você!

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A importância de um projeto de instalações elétricas

Elyzia Rodrigues | 12.12.17 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Já falamos outras vezes aqui na página de sistemas prediais e na ocasião os definimos como instalações prediais que visam garantir o perfeito funcionamento de uma edificação dando suporte às atividades que são exercidas pelos usuários. 

Foto: Googgle

As instalações elétricas prediais fazem parte destes sistemas sendo talvez o mais importante deles uma vez que a eletricidade se tornou a principal fonte de luz e força nas atividades humanas. Se você está lendo este texto é porque a energia elétrica chega até você através de um complexo sistema que contempla as fases de geração, transmissão, distribuição e consumo. As instalações elétricas prediais estão no final desta linha fazendo a ligação entre a energia que é distribuída pela concessionária e o consumidor.

Uma instalação elétrica básica é composta por um ramal de ligação, padrão de entrada e medição, circuito de ligação, quadro de distribuição de circuitos e os circuitos de distribuição que chegam até os pontos de iluminação e tomadas, bem como dispositivos de comando (interruptores), dispositivos de força (tomadas), e dispositivos de proteção (disjuntores).


Foto: Google

Cada um destes componentes deve ser cuidadosamente dimensionado para garantir o perfeito funcionamento da instalação elétrica, no entanto é aqui que os problemas começam. Uma instalação mal dimensionada pode acarretar a perda de equipamentos conectados à rede, de componentes da própria instalação e em casos mais extremos até à perda de vidas.

 Foto: Google

Este dimensionamento deve ser feito por um profissional, que irá avaliar a potência instalada (quantidade e potência de iluminação, tomadas, equipamentos, etc.) levando em conta a probabilidade de uso simultâneo dos pontos de luz e força.

Este dimensionamento é que vai determinar a bitola de fios e cabos para cada um dos circuitos de uma instalação, a capacidade de proteção de disjuntores termomagnéticos, interruptores diferenciais, dispositivos de proteção contra surto, aterramento, etc..

Um dimensionamento incorreto dos condutores (fios e cabos), por exemplo pode provocar superaquecimento da instalação ocasionando o derretimento da isolação e consequentemente um curto circuito.

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