Dica da Arquiteta

Dica da Arquiteta

Como escolher a banheira certa

Elyzia Rodrigues | 18.7.18 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Há diferentes formas de nos beneficiar das pequenas coisas. Tomar um bom banho de banheira também uma dessas atividades. Ficar imerso na água quente é melhor do que muita gente pensa, pois a verdade é que há muitos benefícios para a saúde que vêm com um banho de imersão. Além de ser um cuidado que damos a nós mesmos. 


Foto: Pinterest

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Egloo - Aquecedor portátil

Elyzia Rodrigues | 3.7.18 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Esta linda peça é um aquecedor portátil se chama Egloo e foi criada pelos designers italianos Marco Zagaria e Zen Molinari e pode aquecer até 20 m² do ambiente, com apenas quatro velas simples.

Foto: Egloo

Feito de terracota especial, a invenção surgiu como alternativa ao uso de aquecedor elétrico e para trazer um pouco mais de calor para espaços pequenos e para aquelas reuniões mais íntima com amigos e familiares.

Os designers investiram também no formato e nas cores com o intuito de funcionar também como peça decorativa. 

Foto: Egloo 


Ele funciona concentrando o calor das chamas das velas dentro de uma cúpula de argila, que irradia o calor para o ambiente, mesmo após as velas serem apagadas, explorando as características do material, que retém o calor e o libera gradualmente.


Esse incrível objeto é bastante simples pois é composto de quatro elementos: a base, a grelha e as duas cúpulas.

A base proporciona um espaço para o posicionamento de velas que, uma vez acesas, vão aquecer as cúpulas superiores.

Foto: Egloo

Existe uma grelha metálica na base, que serve como suporte para a cúpula, criando um espaço para a entrada do ar em seu interior, necessária para a combustão das velas.

Para o bom funcionamento do Egloo bastam apenas quatro velas e cinco horas para aquecer um cômodo de 20 metros quadrados.


Gostaram?

Para mais informações no site http://eglooinfo.it
Ou pelo e-mail: eglooinfo@gmail.com



Fonte:
Egloo

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Sistema de Aquecimento de água - Parte II

Elyzia Rodrigues | 26.6.18 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Na semana passada postamos sobre os tipos de sistema de aquecimento de água localizado, de passagem e acumulação.

Foto: Gaveta do Povo - Casa Onda
Arquitetura: Mônica Menarim Requião - Castro - PR - 2017

Hoje vamos tratar das diretrizes construtivas e instalações dos sistemas, consumo elétrico e de água e manutenção para que você tenha mais clareza sobre as características de cada um e como escolher o mais adequado para sua casa.

Diretrizes construtivas e instalação do sistema

Como a gente sempre fala aqui é na etapa de elaboração do projeto que muitas decisões e soluções serão pensadas em detalhes. No caso específico do sistema de aquecimento solar envolve a instalação de encanamentos, localização da caixa d'água e do aquecedor central ou boiler, escolha das torneiras e misturadores, chuveiro e demais acessórios que entrarão em contato com a água.

As adaptações necessárias em reformas, seja em casas antigas ou mesmo em uma obra nova onde se altera o projeto inicial, ficam bem mais caras do que uma instalação feita no início da construção, pensadas a partir do projeto.

Foto: Pixabay

É claro que vale lembrar mais uma vez, um bom profissional para fazer os dimensionamentos necessários sem acarretar custos extras á obra e um arquiteto competente trabalhando em conjunto com um projetista de hidráulica para chegar à melhor relação custo-benefício em uma instalação que, no final das contas, ficará funcionando no mínimo por mais uns 30 anos.

Não quero dizer o profissional que dimensiona por vivência na prática não tem seu lugar na obra, mas avalie em que momento sua expertise vai ser mais importante.

O sistema de aquecimento de água tem uma vida útil bastante longa e é justamente por isso que é preciso evitar o uso de material de segunda linha, projete tudo como tem que ser, compre material de boa qualidade, que atenda às normas técnicas e que você possa conseguir peças de reposição daqui a alguns anos.


 Foto:Homify

Uma instalação com estes cuidados parece ficar mais cara, mas é um grande erro pensar assim.

Em obra, o planejamento é a melhor economia que se pode fazer!

Atentem-se essa questão: um bom projeto permite que se saiba onde se pode economizar sem comprometer o desempenho, o conforto e a durabilidade, mas de nada adianta comprar material de marca renomada e geralmente mais cara sem um bom planejamento e projeto.

Respeite seu dinheiro!

Quando nos referimos á construção e instalação, os sistemas mais complexos e caros são o sistema solar e o elétrico com reservatório central, seguidos de pelo á gás com reservatório central. O mais econômico é o bom e velho chuveiro elétrico.

Consumo de energia elétrica

O sistema de aquecimento solar vai se pagar ao longo dos anos, desde que a obra fique em local ensolarado.

 
Todo sistema de aquecimento solar tem um segundo sistema de base elétrica que é muito pouco utilizado se houver muito sol.

O menos sustentável dos sistemas é o sistema central elétrico. Por mais bem executado, o boiler perde calor para o meio ambiente, pois o termostato mantém a água numa temperatura em torno de 60ºC, independentemente do consumo, ou seja, ele não é econômico para locais frios ou quando as temperaturas ficam mais baixas durante o inverno.

 Foto: Zap Imóveis

À medida que a água quente vai sendo usada a água fria enche o reservatório e vai sendo aquecida aos poucos e mantida aquecida ao longo do tempo. Este processo é o que mais gasta energia elétrica, justamente por isto se tem a opção do aquecedor central com aquecimento à gás.

Esta é uma opção melhor, pois a conta do gás fica bem mais em conta do que a de energia elétrica. O inconveniente do aquecimento central à gás é que o local precisa ser arejado e ter acesso facilitado, pois é preciso manter a chama piloto acesa, dificultando a instalação, por exemplo, em um vão de telhado, como pode se feito com um aquecedor central elétrico.


 Foto: Casei quero Casa

Uma opção intermediária seria o aquecimento a gás de passagem, onde a água é aquecida apenas quando é necessária. Ligando-se o chuveiro ou torneira, a água começa a circular na tubulação e o aquecedor acende o gás, cuja chama esquenta a água dentro de uma serpentina. Porém, por medida de segurança o aquecedor deve ficar fora do banheiro, para evitar acidentes fatais devido a vazamento de gás.

Em resumo, quando o assunto é consumo de energia elétrica o aquecimento central elétrico é o que mais consome, seguido pelo solar. Os sistemas à gás não gastam energia elétrica, mas muitos projetistas costumam deixar, por precaução, uma tomada pronta para chuveiro elétrico junto aos chuveiros, para o caso de pane ou haja manutenção no sistema à gás.

Consumo de água 

A princípio, o consumo de água independe do tipo de aquecimento, ele está mais ligado a fatores humanos e às características do local de instalação.


Foto: Pixabay

Por exemplo, um aquecedor de passagem à gás ou um chuveiro elétrico permitem que se tome banho por horas a fio, com a mesma quantidade de água e à mesma temperatura.

Já em um aquecimento central, elétrico, solar ou à gás, a água vai ficando cada vez mais fria, à medida em que a água quente do boiler vai sendo consumida até o momento em que a água ficará realmente fria e o banho desconfortável.

Assim sendo, qualquer um destes sistemas de aquecimento de água tendem a fazer com que a pessoa se demore mais no banho, aumentando o consumo de água. A pressão disponível nos pontos de consumo também tem influência no consumo.


 Foto: Convallis

Um chuveiro elétrico funciona bem mesmo com a caixa d’água logo acima do teto, nessa situação o horário de piso faria o consumo diminuir.

Já os aquecedores centrais, a gás, elétrico e solar, precisam que os reservatórios, tanto de água fria quanto quente, fiquem mais elevados e, consequentemente, com maior pressão nos pontos de consumo.

Com isto, um banho de 15 minutos gastaria em torno de 10 litros num chuveiro elétrico comum, e poderia chegar a 100 litros ou até mais se houver boa pressão de água.

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Sistema de Aquecimento de água - Parte I

Elyzia Rodrigues | 20.6.18 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Quando decidimos construir ou reformar a casa onde moramos sempre surge necessidade de buscar estratégias de economia e sustentabilidade e o sistema de aquecimento de água é uma dessas importantes estratégias. 


 Foto: Condomínios Verdes
Arquiteta: BAM!Arquitetura - Buenos Aires - Argentina - 2016

Nesse cenário fica a pergunta: Qual é o melhor sistema de aquecimento de água? Qual tem o melhor custo-benefício á longo prazo? 

Primeiramente, observe que vamos fazer essa análise entre os sistemas elétrico, á gás, solar.

Foto: Eletroenergia

Não existe um sistema de aquecimento de água que seja melhor ou pior em relação ao outro, mas existem vários pontos que devem ser observados antes de se fazer a escolha definitiva. A resposta inicial sempre será: “Depende...”.

É importante analisar vários fatores, ponderar entre os valores para finalmente decidir pelo mais conveniente, porém nem assim a resposta poderá ser definida como a melhor opção.
São três os tipos de sistema de aquecimento de água encontrados no mercado. 

Sistema de aquecimento localizado

O chuveiro elétrico é o exemplo mais conhecido de sistema de aquecimento localizado. A água quente é fornecida diretamente na mesma unidade onde será aquecida. O aquecedor que se coloca embaixo da pia de cozinha para alimentar a torneira também. 

Foto: Lorenzetti

Ainda hoje se utilizava chuveiros à gás, onde a chama aquece a água da mesma forma, porém ele só existe mesmo em algumas cidades onde a energia elétrica é muito cara ou inexistente. 

 Foto: Pensamento Verde

Sistema de aquecimento de passagem

Os aquecedores de passagem são também chamados de aquecedores rápidos. Podem ser elétricos ou a gás. Os elétricos ficam localizados dentro dos banheiros ou cozinhas e têm potência suficiente para alimentar chuveiro, torneira de pia e até a torneira da cozinha.

Foto: Idealterm

Nesse caso, o consumo de energia elétrica é alto, maior do que um chuveiro elétrico comum que conhecemos, além disso, precisa de uma instalação elétrica dimensionada corretamente. 

Existem também os aquecedores de passagem à gás, aqueles instalados no interior dos banheiros, mas por medidas de segurança foram proibidos para evitar acidentes decorrentes de vazamentos de gás.
 
 Foto: Lorenzetti
 
O funcionamento hidráulico é igual aos aquecedores centrais elétricos, ou seja, existe uma tubulação de água quente que distribui a água quente a partir do aquecedor até cada ponto de consumo. 

Sistema de aquecimento de acumulação
 
 Foto: Leroy Merlin

Os aquecedores de acumulação podem ser elétricos, a gás ou solares. Este sistema exige um tanque isolado termicamente que mantém a água a uma determinada temperatura, de onde é direcionada aos pontos de consumo. É importante lembrar que os aquecedores solares contêm também um aquecedor elétrico para os dias em que a captação de energia solar é insuficiente. 

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Dia dos Namorados - Preparando a casa para comemorar!

Elyzia Rodrigues | 6.6.18 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
“Love is in the air, everywhere I look around
Love is in the air, every sight and every sound…”


Foto: Pixabay

Sim, o amor está no ar e no próximo dia 12 de junho teremos comemorações!
Que tal arrumar a sua casa para fazer seu dia mais que especial ainda?
A ideia é estimular os sentidos, relaxar e deixar as preocupações de lado.

Veja agora algumas dicas: 

 Foto: Zap Imóveis
 
Crie um cenário mais intimista utilizando lâmpadas com luz mais amarelada ou cobreada.
Retire todos os objetos de trabalho e os brinquedos das crianças. Lembre-se, a comemoração é do casal e todas as outras coisas devem ficar temporariamente de fora.

Vão comemorar com um jantar romântico?


 Foto: Pixabay

Então, escolha uma comida com aromas que tragam lembrança dos momentos especiais que viveram juntos. Dê preferência a um prato mais leve!

Enfeite a mesa de jantar com velas e flores. As flores podem estar em diferentes lugares da casa, pois são agradáveis aos olhos. Flores de cores vibrantes como vermelhas, laranja e rosa são mais estimulantes!

 Foto: Vivadecora

Aproveite o dia frio e coloque sobre o sofá uma manta aveludada, de lã ou manta estruturada de pelo de castor. Aposte em capas de almofada com texturas agradáveis ao toque, tudo isso vai estimular o tato.

Oléos essenciais são excelentes estimulantes do olfato. Use difusores em locais estratégicos de forma que o cheiro seja sentido por onde circulam. Essências como jasmim, sândalo angélica e ylang-ylang são as mais recomendados.

 Foto: Aromaterapia

O banheiro precisa estar limpo e com toalhas limpas, as mais macias que tiver! No lugar da luz branca de todos os dias, coloque velas para iluminar.

O quarto provavelmente será o ponto forte da noite, então capriche!

Lençóis e travesseiros limpos, macios e cheirosos! Flores, velas e aromas. Coloque um tapete macio e felpudo sob a cama.

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A importância da limpeza pós-obra

Elyzia Rodrigues | 29.5.18 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Ah... Enfim a reforma da casa foi finalizada! Pedreiros de revestimentos, gesseiros, eletricistas, serralheiros, marceneiros e instaladores já juntaram seus equipamentos e deram adeus!

 Foto: Jonhline Limpeza

Espere, todo tipo de objeto, o pó de gesso, poeira, resto de rejunte seco, manchas de cola e adesivos ainda reinam em todos os cantos.

Isso quer dizer que ainda há uma etapa a ser finalizada até que você realmente possa ocupar plenamente a sua casa nova. Essa etapa é a limpeza pós-obra.

Quando fechar o seu contrato de serviços com o arquiteto de sua confiança verifique se esta etapa está incluída ou quanto irá gastar com essa etapa. Não esqueça que quanto mais itens forem lembrados antes de abrir a carteira mais controle terá sobre o valor a ser investido.
 Foto: Acquax

Se você é arquiteto e não inclui na sua proposta a limpeza pós-obra você precisa pelo menos orientar o seu cliente sobre como limpar toda a sujeira gerada, pois pano úmido, água e sabão neutro não serão suficientes.

O serviço de limpeza pós-obra consiste em fazer a limpeza pesada, coletando objetos como pregos, parafusos, embalagens, caixas de papelão, restos de fios e outros materiais e em seguida removendo sujeiras difíceis, que deve ser feita com refinamento para não causar danos as superfícies. 

Este tipo de serviço ajuda a identificar pequenas falhas na obra e arrumá-las. Diferente de uma limpeza comum do dia a dia, o ideal é que a limpeza pós-obra seja feita por profissionais capacitados pois demanda o uso de equipamentos apropriados.

É fundamental ao profissional contratado observar que a limpeza depois da obra finalizada deve ser feita com produtos adequados, pois qualquer produto errado utilizado pode causar danos nas instalações do espaço e gerar gastos extras para a recuperação.

Ao contrário do que se pensa cada superfície exige um tipo de limpeza diferente e o uso de certos produtos pode trazer danos irreversíveis para sua casa.

Para acertar na escolha do produto é preciso considerar o tipo de sujeira que se pretende limpar e o tipo da superfície entrará em contato com esse produto, ou seja, o produto tem que remover o resíduo sem danificar a superfície na qual ele se encontra agarrado.
 Foto: O Azulejista

Os produtos para limpeza podem ser neutro, alcalino ou ácido.

Os resíduos de cola, cera, graxa, vaselina, manchas de gordura e tintas acrílicas possuem composição orgânica, para que sejam removidos o ideal é usar produtos alcalinos, pois eles conseguem dissolver facilmente esse tipo de sujeira.

São produtos alcalinos: detergentes concentrados, desincrustrantes, desengordurantes, limpador de rejunte e os detergentes chamados de pós-obra.
 Foto: Pinterest

Para resíduos de areia, terra, gesso, rejunte e cimento é recomendado produtos de base ácida. O profissional observa a superfície antes de utilizar esse tipo de produto, pois a base ácida tem muitas restrições de uso e pode danificar superfícies com mais facilidade.

O pó de gesso e a poeira podem facilmente serem removidos com produtos neutros, assim como a limpeza diária para manutenção.

Os produtos neutros são bastante confiáveis para realizar limpezas sem causar danos às superfícies que estão sendo limpas, porém não são capazes de remover todo tipo de sujeira.

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Churrasqueiras - Como fazer a escolha certa

Elyzia Rodrigues | 22.5.18 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Temperatura mais baixa é um convite para ficar mais perto das pessoas que gostamos, e nada melhor que preparar um churrasco. Alimento, calor e amizade em volta de uma churrasqueira têm o seu lugar.

Foto: Original Móveis

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Rodapés - Para proteger e decorar

Elyzia Rodrigues | 8.5.18 | | | | | | 2 Comentários
Algumas pessoas não sabem do que se trata, outras não o percebem no ambiente, mas isso não diminui a sua importância.

Foto: Fatto Arquitetura

O rodapé é um complemento necessário e fundamental para dar acabamento entre o piso e a parede, é o elemento linear que tem como função encobrir as diferenças de nivelamento entre eles.  Ele protege a parede do desgaste, além de funcionar como um importante elemento decorativo.

Podemos encontrar no mercado rodapés de diferentes alturas e materiais, como cada ambiente possui uma particularidade de revestimentos e dimensões eles devem ser escolhidos considerando as características do espaço ou projeto.

Os rodapés podem tanto acompanhar o mesmo padrão do piso, como terem uma conversa direta com as guarnições das esquadrias, portas e janelas, oi ainda com outros elementos.

Podemos encontrar rodapés de madeira, granito, mármore, gesso, poliestireno, laminado de madeira, MDF. Eles podem ser lisos, com friso, com borda boleada ou borda reta.

Foto: Decors

A altura dos rodapés também é variável, podendo ser encontrado com altura entre 7,0cm (medida mais comum) até 20,0cm ou na altura que você desejar.

Rodapés de madeira são bastante duráveis, desde que não sejam aplicados em áreas molhadas.

Foto: Pinterest

Rodapés de MDF são bastante comuns, seu custo é menor, então sua obra fica mais acessível. Eles podem ser aplicados em diversos tipos de pisos ou paredes. O material não é resistente á umidade, mofam facilmente e perdem a durabilidade. O rodapé de MDF pode ser pintado ou texturizado.

Os rodapés em mármore e granito são perfeitos para áreas molhadas, como cozinhas, banheiros e saunas.

Foto: Dicas a mais

O rodapé de poliestireno é um material bastante versátil, por ser à prova d’água é utilizado tanto em áreas secas como em molhadas, não corre risco de pegar pragas como cupim nem mofo.

É um rodapé que pode ser confeccionado em diversos tamanhos e cores, é um rodapé feito para ser destaque na decoração, com cores bem distintas da parede e tamanhos significativos.

Foto: Zap Imóveis

Alguns revestimentos para pisos como cerâmicas, porcelanatos e laminados possuem rodapés com mesmo padrão de acabamentos. No caso de cerâmicas e porcelanatos, evita-se a necessidade de cortar o rodapé a partir da peça, criando assim um acabamento melhor e menos trabalho para assentar.

Atenção para uma regrinha básica: ambientes com pé-direito alto pedem rodapés mais altos, o mesmo valendo para pé-direito muito baixo. O importante é não inverter o uso.

Foto: Dicas da Arquitetura


O rodapé pode ser aplicado de três formas diferentes:

A forma mais comum é a colocação do rodapé diretamente sobre a parede, deixando um avanço em relação á ela entre 1,0cm e 2,0cm; embora proteja mais se compararmos ás outras formas de aplicação, o avanço criado deve ser limpo com frequência pois acumula muita poeira.

Foto: Mármores & Granitos

A segunda forma é a embutida nivelada com a parede, a superfície do rodapé fica no mesmo plano da superfície da parede, a desvantagem é que os móveis ficam mais próximos da parede podendo arranhar o acabamento.

Foto: Arte Porcelanato

A terceira forma de aplicação do rodapé é a embutida com recuo ou negativa, feita em muitos casos com um perfil “L” de alumínio entre 2,0cm e 5cm.

A proteção da parede desse tipo de rodapé é menor se comparada á proteção dada pelas outras formas de acabamento, quanto menor a altura do perfil mais próxima á parede fica do piso e mais exposta á impactos e sujeiras.


Foto: Total Ligth

Se fizer realmente questão desse tipo de aplicação, você pode utilizar um perfil de maior altura ou deixar para usá-lo em áreas que não sujem tanto.

Os rodapés podem ser usados tanto internamente como externamente, uma dica importante e escolher rodapés de materiais mais resistentes e duráveis para as áreas de fluxo mais intenso e mais sujeito á intempéries.

 Foto: Decor & Salteado

Já fez uso de algum sistema alternativo de construção? Conta para nós como foi.

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O que você precisa saber antes de construir uma sauna - Parte 2

Elyzia Rodrigues | 24.4.18 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Na postagem da semana passa vimos sobre os benefícios que um banho de sauna proporciona para a nossa saúde, sobre a sauna á vapor e porque são mais recomendadas para ser usada no verão ou em locais com temperaturas altas e menor umidade ao longo do ano por suas propriedades hidratantes.

 Foto: Pinterest

Diferente das primeiras, as saunas á seco são as que usam pedras ou outros materiais aquecidos e não liberam vapor.  A temperatura delas atinge até 80 °C e são recomendadas para locais com temperaturas mais baixas e umidade alta ou no inverno.

A sauna seca apareceu há cerca de 9 mil anos, criada por povos nômades que ocuparam a Finlândia na pré-história. A sauna é um símbolo do país e até hoje é o primeiro cômodo que um finlandês ergue quando vai fazer uma casa. Atualmente existem 2,2 milhões de saunas para 5,2 milhões de habitantes. Para os pioneiros finlandeses, a sauna era considerada um lugar sagrado, onde se purificavam o corpo e o espírito.


Foto: Igapó Piscinas

O recinto para a sauna seca é muito parecido com o recinto para sauna a vapor, a altura padrão da cabine é 2,50m, as paredes devem ser rebocadas normalmente e os bancos poderão ser feitos em alvenaria ou em madeira.

A sauna seca pode ser totalmente construído em madeira como se fosse uma cabine, mas também em alvenaria. O isolamento térmico é feito com lã de vidro ou isopor, e depois vem com o revestimento com madeira, o tipo de madeira ideal é o pinho Finlandês, mas também pode ser usado o pinho chileno, cedro, mogno ou cedrinho (Vermelho), sempre madeiras de boa qualidade, macias e previamente secas.

 Foto: Global Tech

É importante lembrar que a madeira deve estar bem lixada para evitar farpas e jamais se deve envernizar ou aplicar qualquer produto para a proteção da madeira.  Para a limpeza do ambiente, use pano úmido em água.

O respiro, orifício de entrada contínua de oxigênio e o suspiro ou a saída de gás carbônico seguem as mesmas orientações da sauna á vapor. O primeiro com dimensões de aproximadamente 10x10cm deve ficar rente ao piso e o suspiro com as mesmas dimensões á 30cm do teto.

Foto: Tecnopool

A instalação de treliça de madeira com regulagem tipo abrir e fechar proporciona o controle da saída de calor do ambiente e oxigena o mesmo.

A sauna deve ser iluminada com no mínimo dois pontos com fiação antichamas de 2,5mm, pode-se usa arandelas de madeira com lâmpadas fluorescentes de 7 watts.


 Foto: Deko Biz

Valendo aqui a mesma observação da sauna á vapor, o interruptor deve ficar do lado de fora do ambiente. E se o gerador de vapor for elétrico prever cabos de energia e disjuntores para ele.

O piso da sauna seca pode ser cimentado comum ou em cerâmica sobre o qual se instala um estrado de madeira.

Instalar um ralo no interior do ambiente de banho para escoamento da água quando o local for lavado.

A porta para sauna seca deve ser de madeira e revestida com lã de vidro

 Foto: Zip7

Não utilize madeira no espaço onde será instalado o equipamento de geração de vapor, pois pode causar um incêndio. Use tijolos refratários nas paredes em volta do equipamento e no piso. Se o aparelho for a gás ele possuirá chaminé, assim o refratário das paredes deverá acompanhar toda sua extensão. A chaminé deve sair de preferência pela parede, formando um ângulo de 45º.

Em sauna seca com gerador de vapor elétrico utilize cerca de proteção ao redor do equipamento, com distância mínima de 10 cm.

Foto: Toto Design

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