Dica da Arquiteta

Dica da Arquiteta

4 Mirantes para curtir BH

Elyzia Rodrigues | 24.5.16 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Belo Horizonte é uma cidade que como diz o próprio nome tem um horizonte admirável!
Mas não é de qualquer ponto da cidade que a gente consegue ver e curtir toda a sua beleza, pois a maior parte da cidade é ocupada de muitos prédios altos.


 Foto: Eduardo Gabão
Serra do Curral vista do Mirante da Caixa D'Água

O Circuito Turístico Mangabeiras é um dos melhores pontos para fazer isso.
 
Como a próxima quinta-feira é feriado hoje eu vou deixar aqui a dica de 4 lugares muito interessantes em que você pode aproveitar toda a beleza da capital de Minas Gerais.

1 - PRAÇA DO PAPA  

Embora não seja propriamente um mirante, a Praça do Papa, localizada no final da Avenida Agulhas Negras
no bairro das Mangabeiras e cercada pela Serra do Curral.
 
 Foto: Clebão - Olhares .com
Praça do Papa

É um lugar que possibilita uma ampla vista da cidade, ver o pôr do sol daqui é um espetáculo á parte. São diferentes nuances de luzes e cores. É comum a praça ser palco de eventos religiosos e culturais. Em noites de lua cheia costuma receber grupos que fazem meditação.  

Endereço: Avenida das Agulhas Negras S/N - Mangabeiras
Ônibus: 4108
Funcionamento: Espaço aberto

2 - MIRANTE MANGABEIRAS
 
Situada numa área de 35,4Km², o mirante fica atrás do Palácio do Governador.  Também faz parte do grupo de atrações do Circuito Turístico Mangabeiras, o mirante possui dois grandes decks de madeira de onde se pode apreciar toda a cidade e o Parque Mangabeiras logo abaixo.
 
  Foto: Méluz
Mirante Mangabeiras
 
Ao longo de todo o dia ele recebe moradores e turistas que querem curtir e fotografar a cidade, ora para que ela seja protagonista, ora para ser pano de fundo das fotos, mas o horário de pico da visitas é no final da tarde, pois o pôr do sol e o nascer da lua viram atrações pra lá de especiais.

Endereço: Rua Pedro José Pardo, 1000 - Mangabeiras
Ônibus: 4108 e 4103
Funcionamento: 10:00 ás 22:00 horas
Informações: 31 3277-8275


3 - MIRANTE DA MATA
 
Localizado no ponto mais alto no interior do Parque das Mangabeiras, do Mirante da Mata têm-se um bela visão geral do parque e da Serra do Curral, além da cidade de Belo Horizonte.Você pode acessá-lo por qualquer uma das três portarias do parque.
 
Foto: Ana Altiere
Mirante da Mata
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Aço Corten na arquitetura

Elyzia Rodrigues | 17.5.16 | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Os aços patináveis, mais conhecidos como aço Corten são aços que contêm pequenas adições de elementos de liga, como cobre, fósforo, níquel e cromo, que em determinadas condições ambientais contribuem para a formação de uma pátina que protege esses aços da ação corrosiva na atmosfera oxidante de muitos ambientes urbanos.

 Foto: Pinterest
 
Além de conferir considerável resistência á corrosão atmosférica, esses elementos de liga também contribuem para a melhoria de propriedades mecânicas.
 
Esses aços foram desenvolvidos inicialmente nos Estados Unidos por volta de 1932 e receberam a denominação de COR-TEN como abreviação de resistência á corrosão (CORrosion resistance) e resistência à tração (TENsile strength).

Foto: BHTEC
Instituto BHTEC - Belo Horizonte - 2012
Arquitetos: Alexandre Brasil, André Luiz Prado,Bruno Santa Cecília, Carlos Alberto Maciel

Embora esses aços inicialmente sofram corrosão de modo semelhante ao que ocorre nos aços carbono comuns, com o passar do tempo no caso dos aços patináveis a taxa de corrosão torna-se decrescente, e, após alguns anos, praticamente não ocorre corrosão.
 
A camada de óxido protetora apresenta uma textura fina e é altamente aderente ao substrato metálico agindo como uma barreira à entrada de oxigênio e umidade, evitando assim o prosseguimento da corrosão. A camada de óxido de ferro protetora dos aço patinável possui coloração avermelhada característica.
 
 Foto: Gattai 
 
Os tipos principais de aços patináveis disponíveis no mercado são os aços “COR-TEN A” (que recebeu a designação ASTM A 242) de uso arquitetônico, “COR-TEN B” (ASTM A 588) de uso estrutural e ASTM A 606 para chapas finas.
 
Esses materiais não são recomendados para utilização em ambientes industriais em que a fumaça é altamente concentrada ou para aplicações em que devem ficarão enterrados ou submersos, pois nesses ambientes a camada de óxido protetora não se forma, ocorrendo corrosão semelhante à dos aços carbono comuns.

Foto: Blog Larissa Rodrigues

A título de informação técnica, o aço Corten é produzido em bobinas com chapas de 2, 3 e 6 metros, a partir de 2,0mm de espessura, é um Aço Laminado a quente. É também produzido em Chapas Grossas de 6 a 12 metros, nas espessuras de 1/4"- 6,35mm a 4" - 100mm quatro Polegadas. 

Podem ser fornecidos na cor natural, patinado para uso externo e patinado estabilizado para uso interno, com dimensões dos painéis 2x1200x2500 e 2x1200x3000 mm ou sob consulta. Na hora de comprar verifique com o revendedor o produto que melhor se adequa a seu projeto.

 Foto: Corten Industrial

O aço Corten é ideal para ser usado na arquitetura, pois possui características que são bastante vantajosas, tais como:
- Alta resistência à corrosão;
- Baixa necessidade de manutenção;
- Instalação fácil e rápida ;
- Alta resistência mecânica: a relação resistência-peso permite a utilização de seções mais leves, o que reduz os custos da obra;
- Durabilidade superior aos produtos feitos em aço carbono comum;
- Seu aspecto estético diferenciado;
- Material 100% reciclável.

 Foto: Flick Raul Lisboa
Museu de Mineralogia Djalma Guimaráes - Rainha da Sucata - BH
Arq. Éolo Maia e Jô Vasconcelos

O aço Corten pode ser encontrado em painéis, estruturas, placas, persianas, painéis vazados, revestimentos de fachadas, equipamentos urbanos, esculturas e de inúmeras outras maneiras.
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Dica de livro: Casacabrada - Livro de Arquitetura para Crianças

Elyzia Rodrigues | 10.5.16 | | | | | | 2 Comentários
Não poderia deixar de jeito nenhum de divulgar e incentivar essa iniciativa da Pistache Editorial, uma editora independente, que busca levar o conhecimento arquitetônico a um público menos especializado e que tem como proposta difundir o conhecimento da técnica e incentivar o olhar crítico de pessoas de todas as idades para a construção da cidade e seus espaços. 


Foto: Catarse

Uma viagem de descobertas por pequenos segredos da arquitetura, conhecendo dez casas por todo o mundo – quatro delas no Brasil. Com brincadeiras, interatividades e exercícios propostos para fazer em casa ou na escola, o livro Casacadabra leva o leitor a descobrir segredos e detalhes da arquitetura, ao mesmo tempo em que percebe as casas como espaços lúdicos: uma casa redonda, um dragão que mora no telhado, a casa que fica em cima da cachoeira. 

A proposta do Casacadabra é ser leitura e também objeto de brincadeira e aprendizagem, sempre estimulando a criança a pensar sobre sua casa e sua cidade, e desenvolver maneiras de ver o mundo à sua volta. 


Foto: Catarse 
Ilustrações: Carolina Hernandes
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Feliz Dia Das Mães

Elyzia Rodrigues | 8.5.16 | | | Seja o 1º a comentar!!
"O homem somente compreenderá a natureza quando entender o que é Ser Mãe.
O homem somente entenderá o que é ser Mãe quando deixar de ser homem." 
 Albert Einstein

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Quando música e arquitetura se fundem

Elyzia Rodrigues | 3.5.16 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Para nos inspirar um pouco...
Vamos brindar a entrada do mês de Maio com o projeto do arquiteto croata Nikola Bašić, o Órgão do Mar.

A Croácia é um país de 4,7 milhões de habitantes que só ganhou a independência há cerca de 20 anos e em julho de 2013 passou a fazer parte da União Européia. 

Foto: Roonang


Zadar é uma pequena cidade de 75.000 habitantes do centro histórico da Dalmácia, uma região histórica da Croácia na costa oriental do Mar Adriático, a sua reconstrução após a II Grande Guerra Mundial se deu de forma bastante caótica, por causa disso a orla se transformou num imenso paredão de concreto.
  Foto: Public Space

A partir de 2005 com o processo de revitalização urbana da cidade a área costeira começou a sofrer modificações, foi assim que em abril de 2005 foi inaugurada o Sea Organ ou Morske Orgulje, obra do arquiteto Nikola Bašić.

O Órgão do Mar foi construído entre 2005 e 2008. Inspirado em Alfred Hitchcock, que certa vez declarou que o pôr do sol de Zadar é o mais bonito do mundo, Nikola Bašić criou uma série de sete lances de escada de pedra de 10 metros de largura e 70 metros de comprimento que se estendem até ao mar. 

Foto: Public Space

O Órgão do Mar também inclui um sistema de tubos de polietileno e uma cavidade ressonante que, sob a pressão da água, criam uma música natural que ressoa sobre o espaço público.

Para o arquiteto croata Nikola Bašić, o material prevalece sobre a forma, uma atitude que explica em parte por que seu trabalho quase se funde com a paisagem do Mar Adriático. Nas palavras do arquiteto: "Eu, naturalmente me voltei para a pedra da Dalmácia. O único material que em minha opinião poderia expressar o caráter sagrado do lugar, pois contém em si a essência do Mediterrâneo Croata.”

Foto: Culture 'n' Life Style
 
Em 2008, Bašić adicionou uma segunda instalação no mesmo local. Um círculo de vidro de 22 metros de diâmetro com difusão luzes de várias cores intensidade produzido graças a um sistema fotovoltáico.

Ouça o som aqui.

SOBRE O ARQUITETO

Nascido em 1946 em Murter Island, Nikola Bašić é uma figura importante na cena da arquitetura croata contemporânea. 

Foto: Croatia
 
Em sua própria definição o arquiteto se considera estando "para além de tendências e moda", formado em Sarajevo e vivendo e trabalhando em Zadar, Nikola Bašić abriu seu próprio escritório em 1991. Dando uma enorme importância para o contexto do arquipélago dálmata, ele constrói principalmente em pedra, que é sem dúvida o seu material favorito. Minimalista e escultural, o trabalho de Bašić pode ser resumido pelas próprias palavras do arquiteto: "... o ato de construção pode começar a partir de uma pilha simples de pedras ou pedaços de madeira ..." 
 Foto: Grad Vodice
Capela Nossa Senhora do Carmo - Okit - 1998
Arquitetura: Nikola Bašić
 
Entre seus projetos estão o Campo de Cruzes, um memorial concluído em 2010 na Ilha Kornat. Vencedor do concurso, este projeto homenageia doze bombeiros que morreram em circunstâncias misteriosas em um terrível acidente de 2007.

E a Capela Nossa Senhora do Carmo em Okit, Vodice, construída entre 1993 e 1998. Substituindo duas capelas previamente construídas (a primeira destruída durante a II Grande Guerra Mundial e a segunda durante a guerra da Bósnia), a construção está totalmente integrada ao lugar, além de respeitar a tradição da arquitetura religiosa croata.
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Dica de livro: Para entender a Crise Urbana

Elyzia Rodrigues | 28.4.16 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
O principal objetivo do livro "Para entender a Crise Urbana" da arquiteta Ermínia Maricato é contribuir na erradicação do “analfabetismo urbanístico”, isto é, trazer reflexões teóricas e políticas que auxiliem a compreensão da lógica de funcionamento e de organização do espaço urbano a partir da perspectiva da luta de classes.


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Piso Vinílico - 10 vantagens que você não sabia

Elyzia Rodrigues | 26.4.16 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
O piso é essencial para a decoração de um ambiente.
A partir da escolha da base é que começamos a decorar a nossa casa.
O piso vinílico tem caído no gosto dos brasileiros por serem práticos, confortáveis e sustentáveis.
Encontrei esse infográfico que fala sobre as vantagens de ser ter um piso vinílico.


Foto: WestWing


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A importância da Ponte para Pedestres

Elyzia Rodrigues | 19.4.16 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Em muitas cidades brasileiras, o número de rodovias urbanas sendo construídas é cada vez maior, a ideia
é facilitar o fluxo dos veículos automotores, porém, a consequência não poderia ser pior, pois a escolha por essa estratégia cria barreiras de acessibilidade, ou seja, o pedestre se torna um ponto excludente no processo de crescimento urbano.



Foto: Guia de Buenos Aires
Puente de La Mujer - Buenos Aires - Argentina
Arquitetura: Santiago Calatrava - 2001 

As ruas se transformam em vias expressas e as avenidas em longas rodovias; e a tendência é essa anormalidade crescer como "modelo de progresso", principalmente porque os veículos são tratados como elemento exclusivo nesse processo.

Se o planejamento urbano não for repensado, segundo a noção de que as cidades são para pessoas, e não exclusivamente para carros, nunca vamos conseguir solucionar o 'caos urbano' em que estamos cada vez mais mergulhados.

Foto: Bontempo
Ponte Circular - Copenhagen - Dinamarca
Artista: Studio Olafur Eliasson - 2015

Esta discussão nos leva a pensar que podemos projetar no plano do ideal, e conceber algo que garanta à pessoa tornar-se valorizada e figura prioritária na hierarquia da mobilidade urbana. Segundo o Plano Nacional de Mobilidade Urbana (Lei Federal Nº 12.587/2012) os pedestres têm prioridade sobre toda e qualquer obra viária na cidade.

Assim, antes de pensar nas 'soluções' para melhorar o fluxo dos carros, é urgente favorecer, sobre todos os aspectos, a segurança do pedestre no seu deslocamento e travessia.

PONTE PARA PESSOAS 

Um dos conceitos mais nobres e satisfatórios nessa linha de pensamento é o planejamento de ‘Pontes para Pessoas’, termo que uso e que vem substituir o conceito das tradicionais passarelas.

Estruturas anti-ergonômicas, as passarelas não estimulam a segurança dos pedestres.
Também escadarias e elevadores não são atrativos arquitetônicos que favoreçam a mobilidade e a acessibilidade universal.

Foto: Bontempo
Ponte Circular - Copenhagen - Dinamarca
Artista: Studio Olafur Eliasson - 2015

Existem milhares de pessoas que nutrem algum tipo de conflito com esses modelos ultrapassados, e ainda mais pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes, idosos, animais, crianças em carrinhos, cegos, portadores de necessidades especiais e quem usa a bicicleta, sem falar do quanto é comum receber notícias sobre pontes e/ou passarelas ou qualquer uma das estruturas acima citadas sem nenhuma manutenção colocando em risco a segurança dos usuários.

 Foto: Olhar Foto
Ponte Memorial América Latina - São Paulo - SP
Arquitetura: Oscar Niemeyer - 1989

No que então as pontes são diferentes? 
A palavra 'Ponte' encerra o conceito de ligar um ponto a outro, com segurança e comodidade.
Desse modo, é uma das melhores estruturas já construídas pelo homem e, quando instaladas sobre movimentadas vias e rodovias, se tornam uma excelência na relação da cidade com a paisagem urbana, a acessibilidade, a segurança e a mobilidade, pois se integram de forma harmônica ao partido adotado.

Um exemplo: a ponte sobre o parque Millennium, em Chicago (EUA). Ali, a forma orgânica integrou-se perfeitamente ao entorno constituído principalmente por uma vegetação densa, que favorece a atratividade do local sem criar interrupções no trânsito, nem de pessoas, nem de veículos: o fluxo é contínuo e seguro para ambos os modais.


Foto: Urbanpeek
Ponte Millenuim Park - Chicago - EUA
Arquitetura: Frank Gehry - 2004

Criar pontes em cidades é adotar uma 'ferramenta' de desenho urbano que permite proporcionar um ambiente mais conectado, substituindo integralmente todo tipo de passarela.
Exemplos pelo mundo de travessias mais seguras do tipo 'Pontes para Pessoas': Aterro do Flamengo (RJ);
Memorial da América Latina (SP); Rodovia expressa em Vancouver (Canadá); Amsterdã (Holanda);
e estruturas em cidades da Dinamarca, China, Japão, Xangai e Espanha, entre outras.


Foto: Urban Choreography
Land Bridge - Vancouver  - Canadá
Arquitetura: Jones & Jones Architecture

Com projeto do arquiteto Affonso Eduardo Reidy e paisagismo de Roberto Burle Marx, a ponte construída durante as obras do Aterro do Flamengo, na década de 1960 no Rio de Janeiro, substituiu modelos de passarelas convencionais com escadarias.
A proposta era projetar uma conexão moderna sobre uma rodovia urbana, que tinha como finalidade permitir aos pedestres atravessar com segurança as pistas de tráfego intenso. Além da elegância em curva contínua, essa estrutura em concreto armado aparente, que se tornou um elemento artístico na paisagem, proporciona leveza com 56 metros de vão livre.


Foto: Panoramio
Passarela de Pedestres - Rio de Janeiro - RJ
Arquitetura: Affonso Eduardo Reidy - 1960
  
REPENSAR TRAVESSIAS

Recentemente, uma passarela na cidade de Manaus, a da Avenida das Flores, gerou polêmica por ser uma estrutura que apresenta extremo risco para quem tenta usá-la. O mesmo se dá na passarela da avenidas Djalma Batista e de várias outras espalhadas pela cidade. São algumas das grandes avenidas e rodovias urbanas de Manaus que podem perfeitamente adotar a infraestrutura de ponte para a travessia da população, com mais segurança, comodidade e conforto.


 Foto: Acrítica
Passarela Avenida Djalma Batista - Manaus - AM

É preciso repensar o modo de usar as cidades, entender quais são as problemáticas e conflitos de desordem urbana, para daí encontrar soluções, grandes soluções, com ideias criativas.
Para discutir todos esses pontos, com a sociedade e o poder público, existe  mecanismo de consultas públicas.
 
Instâncias como essa são ideais para abordar tanto a proposta de pontes para as pessoas, como ainda discutir soluções mais simples também, como as travessias elevadas (faixas elevadas ou lombofaixas).


 Foto: Panorama - Albino Flores
 
Para a mobilidade ativa (pedestres, portadores de necessidades e ciclistas), elas são excelentes infraestruturas urbanas, que asseguram também integralmente a vida de quem quer atravessar uma via, pois proporciona naturalmente o controle da velocidade dos veículos, um dos fatores que contribuem para graves acidentes e mortes a quem tenta atravessar as convencionais faixas pintadas no asfalto.

FAIXAS ELEVADAS E PASSAGENS SUBTERRÂNEAS

As faixas elevadas funcionam como "lombadas", reduzindo a velocidade dos carros antes mesmo que eles cheguem à faixa; assim, pedestres/animais/ciclistas conseguem obter um percentual muito elevado de segurança e conforto.
 
Essa solução resolve também a imprescindível questão da acessibilidade; com ela, cadeirantes, idosos e portadores de necessidades especiais têm total segurança de travessia, já que as faixas são projetadas na mesma altura das calçadas. 
Funcionam como uma extensão das calçadas, mas sem o rebaixamento das guias, que geralmente é fator de risco e barreira a todos os que possuem mobilidade reduzida.

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Plantas ideais para ambientes internos

Elyzia Rodrigues | 12.4.16 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
As plantas são sempre bem vindas sejam usadas interna ou externamente.  O importante é que elas não só enfeitam e dão vida aos ambientes, como também são responsáveis pela limpeza do ar do ambiente.

Ah, mas as plantas que compro sempre morrem...

Calma! Antes de qualquer coisa é preciso ter em mente que todas as plantas precisam de luz, ventilação, água e adubo e que cada espécie vai ter diferentes necessidades quanto a quantidade desses elementos.

Foto: Casa Vogue
Paisagista: André Paolielo

O espaço em que a planta vai ficar precisa ter condições minimamente parecidas com aquelas do seu habitat natural, ou seja, recebendo luminosidade, ventilação, água e adubo na quantidade ideal.
Sendo assim, seja em seu ambiente profissional ou residencial deve se lembrar disso.

O uso de plantas num ambiente pode se dar de diferentes maneiras, se esse aspecto foi pensado desde a concepção do projeto de arquitetura, a solução pode ser a criação de um jardim de inverno, mas em outros casos pode-se criar um muro ou parede verde, mas não é a impossibilidade dessas soluções que o impedirá de distribuir vasos em pontos estrategicamente pensados no ambiente.

Foto: Diário do Nordeste
Spa Gran Marquise

Alguns itens devem ser observados no que diz respeito ás plantas. Elas não conseguem permanecer bonitas e viçosas por muito tempo quando estão em ambientes com ar condicionado, com isso é preciso substituir parte das espécies de tempos em tempos, assim é ideal ter um viveiro ou área externa com luminosidade e ventilação adequadas para que elas se recuperarem, ou contratar uma empresa especializada em paisagismo que se responsabilize por esse cuidado. Os jardins internos precisam de uma boa drenagem para não propagar umidade para o mobiliário, tapetes e outros objetos decorativos.

Foto: Click Interiores


Sabendo disso vamos ás espécies:

Os cactus como o mandacaru e a zamioculca são as melhores opções quando se pretende preencher espaços próximos à janela, na varanda ou parte de um ambiente que recebe a luz direta do sol durante muitas horas do dia.


Foto: Zamioculca e Mandacaru
 
Já em ambientes com pouca luz ou em circulações a escolha dever ser por plantas típicas de mata, aquelas que em seu habitat natural ficam numa área coberta pela vegetação. É o caso do filodendro, que precisam de umidade e manutenção cuidadosa, como drenagem do solo, para que não apodreça.

Várias plantas como o filodendro roxo e a palmeira ráfia têm a capacidade de absorver gases tóxicos liberados pelo líquido corretivo, por agentes desengraxantes, produtos de limpeza a seco, cola líquida para plásticos e papéis de parede e os elementos plásticos do mobiliário de escritórios como mesas e poltronas sintéticas.

Foto: Jade, Babosa de Pau,
Filodendro, Palmeira Chamaedorea

A areca bambu, por sua vez, cumpre a função de absorver gases de tintas em ambientes recém-pintados. O clorofito é uma planta com poder de retirar do ar o monóxido de carbono presente em locais fechados, nos quais há lareira ou fumaça de cigarro.

O pau d’água é ideal para decorar escritórios, ela é resistente ao ar condicionado e não precisa ficar diretamente exposto ao sol, deve ser regada quando superfície da terra estiver seca.



Foto: Pau d'água
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