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Que mãos gigantes são essas?

Elyzia Rodrigues | 31.7.18 | | | | | 8 Comentários
Essa é uma imagem que tem suscitado muita curiosidade nas pessoas.
Que mãos gigantes são essas?
 
Foto: Archdaily
 
Nas montanhas de Da Nang, no Vietnã, uma ponte com um desenho singular percorre 150 metros acima do desfiladeiro apoiada sobre um gigantesco par de mãos.

Nomeada Golden Bridge, a ponte se localiza no retiro turístico de Thien Thai Garden e foi inaugurada no início de junho.
 
Construída 1.400 metros acima do nível do mar, a estrutura serpenteia por entre as nuvens que encobrem parcialmente as colinas de Da Nang.
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Como escolher a banheira certa

Elyzia Rodrigues | 18.7.18 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Há diferentes formas de nos beneficiar das pequenas coisas. Tomar um bom banho de banheira também uma dessas atividades. Ficar imerso na água quente é melhor do que muita gente pensa, pois a verdade é que há muitos benefícios para a saúde que vêm com um banho de imersão. Além de ser um cuidado que damos a nós mesmos. 


Foto: Pinterest

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Egloo - Aquecedor portátil

Elyzia Rodrigues | 3.7.18 | | | | | 5 Comentários
Esta linda peça é um aquecedor portátil se chama Egloo e foi criada pelos designers italianos Marco Zagaria e Zen Molinari e pode aquecer até 20 m² do ambiente, com apenas quatro velas simples.

Foto: Egloo

Feito de terracota especial, a invenção surgiu como alternativa ao uso de aquecedor elétrico e para trazer um pouco mais de calor para espaços pequenos e para aquelas reuniões mais íntima com amigos e familiares.

Os designers investiram também no formato e nas cores com o intuito de funcionar também como peça decorativa. 

Foto: Egloo 


Ele funciona concentrando o calor das chamas das velas dentro de uma cúpula de argila, que irradia o calor para o ambiente, mesmo após as velas serem apagadas, explorando as características do material, que retém o calor e o libera gradualmente.


Esse incrível objeto é bastante simples pois é composto de quatro elementos: a base, a grelha e as duas cúpulas.

A base proporciona um espaço para o posicionamento de velas que, uma vez acesas, vão aquecer as cúpulas superiores.

Foto: Egloo

Existe uma grelha metálica na base, que serve como suporte para a cúpula, criando um espaço para a entrada do ar em seu interior, necessária para a combustão das velas.

Para o bom funcionamento do Egloo bastam apenas quatro velas e cinco horas para aquecer um cômodo de 20 metros quadrados.


Gostaram?

Para mais informações no site http://eglooinfo.it
Ou pelo e-mail: eglooinfo@gmail.com



Fonte:
Egloo

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Sistema de Aquecimento de água - Parte II

Elyzia Rodrigues | 26.6.18 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Na semana passada postamos sobre os tipos de sistema de aquecimento de água localizado, de passagem e acumulação.

Foto: Gaveta do Povo - Casa Onda
Arquitetura: Mônica Menarim Requião - Castro - PR - 2017

Hoje vamos tratar das diretrizes construtivas e instalações dos sistemas, consumo elétrico e de água e manutenção para que você tenha mais clareza sobre as características de cada um e como escolher o mais adequado para sua casa.

Diretrizes construtivas e instalação do sistema

Como a gente sempre fala aqui é na etapa de elaboração do projeto que muitas decisões e soluções serão pensadas em detalhes. No caso específico do sistema de aquecimento solar envolve a instalação de encanamentos, localização da caixa d'água e do aquecedor central ou boiler, escolha das torneiras e misturadores, chuveiro e demais acessórios que entrarão em contato com a água.

As adaptações necessárias em reformas, seja em casas antigas ou mesmo em uma obra nova onde se altera o projeto inicial, ficam bem mais caras do que uma instalação feita no início da construção, pensadas a partir do projeto.

Foto: Pixabay

É claro que vale lembrar mais uma vez, um bom profissional para fazer os dimensionamentos necessários sem acarretar custos extras á obra e um arquiteto competente trabalhando em conjunto com um projetista de hidráulica para chegar à melhor relação custo-benefício em uma instalação que, no final das contas, ficará funcionando no mínimo por mais uns 30 anos.

Não quero dizer o profissional que dimensiona por vivência na prática não tem seu lugar na obra, mas avalie em que momento sua expertise vai ser mais importante.

O sistema de aquecimento de água tem uma vida útil bastante longa e é justamente por isso que é preciso evitar o uso de material de segunda linha, projete tudo como tem que ser, compre material de boa qualidade, que atenda às normas técnicas e que você possa conseguir peças de reposição daqui a alguns anos.


 Foto:Homify

Uma instalação com estes cuidados parece ficar mais cara, mas é um grande erro pensar assim.

Em obra, o planejamento é a melhor economia que se pode fazer!

Atentem-se essa questão: um bom projeto permite que se saiba onde se pode economizar sem comprometer o desempenho, o conforto e a durabilidade, mas de nada adianta comprar material de marca renomada e geralmente mais cara sem um bom planejamento e projeto.

Respeite seu dinheiro!

Quando nos referimos á construção e instalação, os sistemas mais complexos e caros são o sistema solar e o elétrico com reservatório central, seguidos de pelo á gás com reservatório central. O mais econômico é o bom e velho chuveiro elétrico.

Consumo de energia elétrica

O sistema de aquecimento solar vai se pagar ao longo dos anos, desde que a obra fique em local ensolarado.

 
Todo sistema de aquecimento solar tem um segundo sistema de base elétrica que é muito pouco utilizado se houver muito sol.

O menos sustentável dos sistemas é o sistema central elétrico. Por mais bem executado, o boiler perde calor para o meio ambiente, pois o termostato mantém a água numa temperatura em torno de 60ºC, independentemente do consumo, ou seja, ele não é econômico para locais frios ou quando as temperaturas ficam mais baixas durante o inverno.

 Foto: Zap Imóveis

À medida que a água quente vai sendo usada a água fria enche o reservatório e vai sendo aquecida aos poucos e mantida aquecida ao longo do tempo. Este processo é o que mais gasta energia elétrica, justamente por isto se tem a opção do aquecedor central com aquecimento à gás.

Esta é uma opção melhor, pois a conta do gás fica bem mais em conta do que a de energia elétrica. O inconveniente do aquecimento central à gás é que o local precisa ser arejado e ter acesso facilitado, pois é preciso manter a chama piloto acesa, dificultando a instalação, por exemplo, em um vão de telhado, como pode se feito com um aquecedor central elétrico.


 Foto: Casei quero Casa

Uma opção intermediária seria o aquecimento a gás de passagem, onde a água é aquecida apenas quando é necessária. Ligando-se o chuveiro ou torneira, a água começa a circular na tubulação e o aquecedor acende o gás, cuja chama esquenta a água dentro de uma serpentina. Porém, por medida de segurança o aquecedor deve ficar fora do banheiro, para evitar acidentes fatais devido a vazamento de gás.

Em resumo, quando o assunto é consumo de energia elétrica o aquecimento central elétrico é o que mais consome, seguido pelo solar. Os sistemas à gás não gastam energia elétrica, mas muitos projetistas costumam deixar, por precaução, uma tomada pronta para chuveiro elétrico junto aos chuveiros, para o caso de pane ou haja manutenção no sistema à gás.

Consumo de água 

A princípio, o consumo de água independe do tipo de aquecimento, ele está mais ligado a fatores humanos e às características do local de instalação.


Foto: Pixabay

Por exemplo, um aquecedor de passagem à gás ou um chuveiro elétrico permitem que se tome banho por horas a fio, com a mesma quantidade de água e à mesma temperatura.

Já em um aquecimento central, elétrico, solar ou à gás, a água vai ficando cada vez mais fria, à medida em que a água quente do boiler vai sendo consumida até o momento em que a água ficará realmente fria e o banho desconfortável.

Assim sendo, qualquer um destes sistemas de aquecimento de água tendem a fazer com que a pessoa se demore mais no banho, aumentando o consumo de água. A pressão disponível nos pontos de consumo também tem influência no consumo.


 Foto: Convallis

Um chuveiro elétrico funciona bem mesmo com a caixa d’água logo acima do teto, nessa situação o horário de piso faria o consumo diminuir.

Já os aquecedores centrais, a gás, elétrico e solar, precisam que os reservatórios, tanto de água fria quanto quente, fiquem mais elevados e, consequentemente, com maior pressão nos pontos de consumo.

Com isto, um banho de 15 minutos gastaria em torno de 10 litros num chuveiro elétrico comum, e poderia chegar a 100 litros ou até mais se houver boa pressão de água.

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Rodapés - Para proteger e decorar

Elyzia Rodrigues | 8.5.18 | | | | | | 4 Comentários
Algumas pessoas não sabem do que se trata, outras não o percebem no ambiente, mas isso não diminui a sua importância.

Foto: Fatto Arquitetura

O rodapé é um complemento necessário e fundamental para dar acabamento entre o piso e a parede, é o elemento linear que tem como função encobrir as diferenças de nivelamento entre eles.  Ele protege a parede do desgaste, além de funcionar como um importante elemento decorativo.

Podemos encontrar no mercado rodapés de diferentes alturas e materiais, como cada ambiente possui uma particularidade de revestimentos e dimensões eles devem ser escolhidos considerando as características do espaço ou projeto.

Os rodapés podem tanto acompanhar o mesmo padrão do piso, como terem uma conversa direta com as guarnições das esquadrias, portas e janelas, oi ainda com outros elementos.

Podemos encontrar rodapés de madeira, granito, mármore, gesso, poliestireno, laminado de madeira, MDF. Eles podem ser lisos, com friso, com borda boleada ou borda reta.

Foto: Decors

A altura dos rodapés também é variável, podendo ser encontrado com altura entre 7,0cm (medida mais comum) até 20,0cm ou na altura que você desejar.

Rodapés de madeira são bastante duráveis, desde que não sejam aplicados em áreas molhadas.

Foto: Pinterest

Rodapés de MDF são bastante comuns, seu custo é menor, então sua obra fica mais acessível. Eles podem ser aplicados em diversos tipos de pisos ou paredes. O material não é resistente á umidade, mofam facilmente e perdem a durabilidade. O rodapé de MDF pode ser pintado ou texturizado.

Os rodapés em mármore e granito são perfeitos para áreas molhadas, como cozinhas, banheiros e saunas.

Foto: Dicas a mais

O rodapé de poliestireno é um material bastante versátil, por ser à prova d’água é utilizado tanto em áreas secas como em molhadas, não corre risco de pegar pragas como cupim nem mofo.

É um rodapé que pode ser confeccionado em diversos tamanhos e cores, é um rodapé feito para ser destaque na decoração, com cores bem distintas da parede e tamanhos significativos.

Foto: Zap Imóveis

Alguns revestimentos para pisos como cerâmicas, porcelanatos e laminados possuem rodapés com mesmo padrão de acabamentos. No caso de cerâmicas e porcelanatos, evita-se a necessidade de cortar o rodapé a partir da peça, criando assim um acabamento melhor e menos trabalho para assentar.

Atenção para uma regrinha básica: ambientes com pé-direito alto pedem rodapés mais altos, o mesmo valendo para pé-direito muito baixo. O importante é não inverter o uso.

Foto: Dicas da Arquitetura


O rodapé pode ser aplicado de três formas diferentes:

A forma mais comum é a colocação do rodapé diretamente sobre a parede, deixando um avanço em relação á ela entre 1,0cm e 2,0cm; embora proteja mais se compararmos ás outras formas de aplicação, o avanço criado deve ser limpo com frequência pois acumula muita poeira.

Foto: Mármores & Granitos

A segunda forma é a embutida nivelada com a parede, a superfície do rodapé fica no mesmo plano da superfície da parede, a desvantagem é que os móveis ficam mais próximos da parede podendo arranhar o acabamento.

Foto: Arte Porcelanato

A terceira forma de aplicação do rodapé é a embutida com recuo ou negativa, feita em muitos casos com um perfil “L” de alumínio entre 2,0cm e 5cm.

A proteção da parede desse tipo de rodapé é menor se comparada á proteção dada pelas outras formas de acabamento, quanto menor a altura do perfil mais próxima á parede fica do piso e mais exposta á impactos e sujeiras.


Foto: Total Ligth

Se fizer realmente questão desse tipo de aplicação, você pode utilizar um perfil de maior altura ou deixar para usá-lo em áreas que não sujem tanto.

Os rodapés podem ser usados tanto internamente como externamente, uma dica importante e escolher rodapés de materiais mais resistentes e duráveis para as áreas de fluxo mais intenso e mais sujeito á intempéries.

 Foto: Decor & Salteado

Já fez uso de algum sistema alternativo de construção? Conta para nós como foi.

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100 anos de Athos Bulcão

Elyzia Rodrigues | 10.4.18 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
CCBB Belo Horizonte​ recebe mostra que celebra um século de nascimento do artista Athos Bulcão


Com a intenção de propor um profundo mapeamento e imersão na diversidade dos trabalhos e técnicas do artista, a mostra oferece ao espectador a possibilidade de conhecer o processo de produção do artista, com a exibição de mais de 300 trabalhos, alguns dos quais inéditos, realizados entre os anos 1940 e 2005.

Obras de artistas mais jovens que direta ou indiretamente foram influenciados por Athos também serão apresentadas.

Combinando o viés cronológico com uma aproximação temática, "100 anos de Athos Bulcão" aposta nos vínculos, mais ou menos evidentes, entre diferentes momentos da trajetória do artista e se estrutura a partir de núcleos de obras e estudos que se interpenetram e deixam evidente a diversidade conceitual e material que permeia toda o seu trabalho.

 Foto: Igrejinha da Pampulha - BH

"100 anos de Athos Bulcão" contextualiza a trajetória do artista, a conexão entre suas obras e um adensamento em sua poética. Da sua inspiração inicial pela azulejaria portuguesa, do aprendizado sobre utilização das cores, quando foi assistente de Portinari, até as duradouras e geniais parcerias com Niemeyer e João Filgueiras Lima, o Lelé.

  Foto: Aeroporto JK - Brasília

Além de divulgar e preservar seu legado, é sempre uma alegria homenagear o talento desse homem discreto, preocupado especialmente em harmonizar e compor o trabalho do arquiteto na integração de sua arte, mas que também se engrandece quando envolvido em telas, tintas e pincéis, produzindo um dos mais destacados repertórios da arte brasileira.

 Foto: Igrejinha Nossa Senhora de Fátima - Brasília


100 anos de Athos Bulcão
De 11 de abril a 25 de junho
Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte
Praça da Liberdade, 450 – Funcionários, Belo Horizonte/MG
De quarta a segunda, das 9h às 21h
Entrada franca | Livre para todas as idades


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Dando amplitude á espaços pequenos com blocos de vidro

Elyzia Rodrigues | 6.4.18 | | | | Seja o 1º a comentar!!
Morar ou trabalhar em espaços pequenos é uma realidade para um número cada vez maior de pessoas. Se você é uma delas, não se desespere; apesar da falta de espaço ser algo sério, trazendo uma série de problemas e desafios para aqueles que precisam conviver com ela, basta que você tenha as ferramentas corretas à mão para conseguir superá-las, como, por exemplo, os blocos de vidro.




Duvida? Então continue lendo o texto e veja porque os blocos de vidro são capazes de trazer maior amplitude até mesmo para o menor dos espaços.

POR QUE UTILIZAR BLOCOS DE VIDRO EM ESPAÇOS PEQUENOS?

Graças a sua translucidez, os blocos de vidro são excelentes formas de construir ou decorar um ambiente sem deixá-lo claustrofóbico, já que permitem a passagem constante de luz e não bloqueiam a visão. Justamente por isso, os blocos de vidro tem sido utilizados com cada vez mais frequência no lugar de paredes maciças, para se criar divisórias elegantes e delicadas, que deixam o ambiente com um ar mais leve.

QUAIS VANTAGENS ELE TRÁS À AMBIENTES PEQUENOS?

Os blocos de vidro são elementos arquitetônicos fantásticos, que são capazes de trazer uma quantidade enorme de benefícios para aqueles que resolvem investir neles.
Para quem vive em ambientes pequenos, alguns dos mais relevantes são:

SENSAÇÃO DE AMPLITUDE: conforme mencionado, o vidro tem sido utilizado com cada vez mais frequência para dar amplitude a diferentes tipos de locais, por conta de sua translucidez. Quando não enxergamos barreiras sólidas em um local, como paredes, por exemplo, nosso cérebro automaticamente assume que o ambiente é maior do que ele realmente é. Se você precisa viver e trabalhar em um ambiente pequeno e não quer sentir-se constantemente enclausurado, aposte na construção de paredes e divisórias feitas de bloco de vidro.

ENTRADA DE LUZ NATURAL: um cômodo pequeno que não recebe luz natural em abundância pode facilmente se transformar em uma cela. Por esse motivo, os blocos de vidro são altamente recomendados para esse tipo de espaço, já que possibilitam uma maior incidência de luz natural no local, ajudando o mesmo a parecer maior e a torná-lo mais agradável especialmente em cômodos que tem poucas janelas e precisam receber luz de forma indireta.

CONTROLE DE RUÍDO E TEMPERATURA: os blocos de vidro são excelentes isolantes térmicos e acústicos. Por conta disso, são ótimos para espaços pequenos, que costumam esquentar com facilidade e tem problemas de vazamento de ruído.

ECONOMIA DE ENERGIA: se existe maior incidência de luz solar, haverá, naturalmente, menor necessidade de luz elétrica. Ao investir em blocos de vidro, portanto, espere uma redução significativa em sua conta de luz.

ONDE POSSO UTILIZAR OS BLOCOS DE VIDRO?

Uma das principais vantagens dos blocos de vidro é o fato de que eles podem ser utilizados em quase  todos os tipos de ambientes. Seja em uma casa ou em um escritório, no quintal ou em uma sala, os blocos de vidro dificilmente não irão se adequar ao ambiente, já que são elementos belos, versáteis e atemporais, que nunca perdem o charme ou saem de moda.
Se você quer dar maior amplitude à um ambiente pequeno, seja ele de qual tipo for, aposte nos blocos de vidro sem medo de errar.


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Isolamento acústico com blocos de vidro

Elyzia Rodrigues | 22.3.18 | | | | 1 Comentário
Se você vive em um apartamento, em uma casa geminada ou mesmo em um local que possua paredes finais, sabe bem que muitas vezes é difícil não incomodar aqueles que estão por perto com o som de sua TV, rádio ou instrumento musical.


Por esse motivo, é absolutamente natural que um número cada vez maior de pessoas esteja se interessando por isolamento acústico, inclusive a ponto de tentar fazer com elementos que não são tão óbvios assim, como os blocos de vidro

O QUE É O ISOLAMENTO ACÚSTICO?

Dá-se o nome de isolamento acústico (ou sonoro) ao processo de criação e instalação de barreiras e obstáculos que não permitam a propagação do som. A instalação de tais elementos é feita com o intuito de dificultar a viagem das ondas sonoras, não permitindo que as mesmas alcancem outros ambientes - daí a origem do termo “isolamento”.

QUAIS MATERIAIS PODEM SER UTILIZADOS PARA ESSA FINALIDADE?

Diversos tipos de materiais costumam ser utilizados no processo de isolamento acústico, tais como vidro, madeira, tijolo, borracha e até cortiça. O segredo de um bom isolamento não está necessariamente no material, mas sim na forma como o mesmo é utilizado; não basta simplesmente colocar borracha em um local e esperar um bom isolamento acústico.

É preciso utilizar uma combinação de técnicas e materiais, como por exemplo, paredes de vidro duplas ou portas de madeira com placas de aço, para criar obstáculos, que bloqueiem a passagem do som.

POR QUE OS BLOCOS DE VIDRO SÃO BONS ISOLANTES?
O bloco de vidro é um elemento arquitetônico reúne as principais características de um bom isolante acústico, como por exemplo:



SÃO CONSTRUÍDOS COM PAREDES DUPLAS: Os blocos de vidro são excelentes para criar obstáculos complexos, que dificultam a passagem do som, já que possuem camadas grossas de vidro em duas faces de sua estrutura.

POSSUEM ESPAÇO ENTRE AS PAREDES: Outra característica que torna os blocos de vidro excelentes isolantes acústicos é o fato de que um vão separa uma face de vidro da outra; para se ter um bom isolamento, é imprescindível que exista algo separando cada uma das barreiras, já que se elas estivessem em contato direto o som provocaria vibrações indesejadas.

OFERECEM BOA VEDAÇÃO: Os blocos de vidro costumam ser muito bem vedados, de forma a evitar que infiltrações de água ocorram. A vedação, no entanto, também ajuda a impedir a passagem de som; ao se fazer o isolamento acústico de um ambiente, é importante tomar cuidado para que não exista nenhuma fresta por meio da qual o som possa escapar.

COMBINAM MATERIAIS: Conforme mencionado, para se ter um bom isolamento acústico é recomendável que se combine dois tipos de materiais. Para se fixar os blocos de vidro, é preciso utilizar cimento ou algum outro tipo de cola ou argamassa, o que contribui consideravelmente para a qualidade do isolamento.

PRECISA DE AUXÍLIO? CONTATE A PRISMATIC!
Você gostou do que descobriu a respeito dos blocos de vidro e está pensando em fazer o isolamento acústico de seu espaço com os mesmos?



Não deixe de entrar em contato com a Prismatic, uma empresa que tem mais de 50 anos de experiência nesse mercado, possuindo certificado ISO 9001:2008 e testando todos os seus produtos em laboratório, sob diversas condições.


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Para que serve o levantamento topográfico e sondagem do solo?

Elyzia Rodrigues | 27.2.18 | | | | Seja o 1º a comentar!!
O que acontece normalmente quando vamos comprar um terreno é vermos uma planta do loteamento e a partir dele escolhermos o terreno de nossa preferência, visitá-lo, gostarmos do que vemos e comprá-lo. Nesse momento esse tipo de assunto não é lembrado ou simplesmente não sabemos que ele existe. 

 Foto: Decor e Salteado

Há alguns processos na construção de uma casa que a maioria das pessoas desconhece, porém, nunca é demais entender quais são eles e de que forma contratá-los pode impactar o seu investimento.

É importante lembrar que ter noção desses processos pode fazer com que você planeje de forma mais adequada a construção da sua casa de acordo com a sua realidade financeira.

Nem todas as pessoas entendem do que se trata um projeto de levantamento topográfico ou a sondagem de solo, por exemplo.

Não é claro a importância que esses processos representam para a elaboração de um bom projeto de arquitetura e no custo e qualidade final da construção de uma casa.

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO


O levantamento topográfico é a representação gráfica dos pontos geográficos importantes de um terreno, as medidas das divisas, distâncias e inclinações.

Nesse levantamento também é representada a localização de árvores ou outros elementos existentes no terreno, mostrando através de uma planta ou mapa a descrição da superfície do terreno. São essas informações que permitem um planejamento da construção.

É necessário contratar um topógrafo para executar esse serviço antes de iniciar qualquer tipo de construção, independente da dimensão ou do quanto ela vai ocupar do terreno.


Sem esses dados fica inviável desenvolver qualquer projeto de arquitetura, pois é através desses dados que o arquiteto conseguirá entender como vai elaborá-lo, se haverá necessidade de adaptação da superfície, através de terraplanagem, corte e aterros, remoção ou transposição de árvores.

Pode acontecer de o terreno ter uma documentação com dimensões que não correspondem às dimensões reais in loco. É preciso ficar atento.

SONDAGEM DO SOLO
A sondagem do solo é um procedimento técnico que fornece as características internas do terreno, como a espessura das camadas que o compõe, sua resistência e a provável localização do lençol freático, é como se fosse um raio-x do terreno.
 Foto: Agileste

Para realizar a sondagem do solo é preciso que o levantamento topográfico do terreno já esteja pronto, pois os furos de análise do subsolo tem que estar em pontos específicos dele.

É através desse processo que se define os tipos de fundação possíveis que poderão ser utilizados na elaboração do projeto estrutural. Se o profissional não tiver conhecimento do que está abaixo da superfície do solo, ele corre o risco de projetar a fundação ou a estrutura da sua casa com uma dimensão incorreta, acarretando custos desnecessários se for superdimensionada ou riscos de sérios problemas futuros se for subdimensionada.
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Como escolher a lâmpada ideal para sua casa - Parte II

Elyzia Rodrigues | 26.12.17 | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Como vimos na semana passada as características das lâmpadas podem proporcionar diferentes sensações nos espaços que habitamos.


Foto: Pinterest

Hoje vamos mais detalhadamente cada um dos tipos de lâmpadas e como usá-las.


INCANDESCENTES COMUNS

As lâmpadas incandescentes são muito populares do mercado, elas produzem uma ótima qualidade de luz e possuem baixo custo.

Porém, há algum tempo as lâmpadas de 60/100/150/200W não são mais fabricadas sendo substituídas pelas lâmpadas fluorescentes ou de LED.

A luz é formada dentro do bulbo de vidro onde há um filamento de tungstênio e gás inerte. A corrente elétrica passa pelo filamento e há a liberação de energia e esta se transforma luz e calor. Quanto mais forte a lâmpada (maior o número de watts), mais calor ela emite. 

 Foto: Pinterest

Sua maior desvantagem é possuir baixíssima eficiência, apenas 5% da energia elétrica consumida é transformada em luz, os outros 95% são transformados em calor.

Enquanto nas lâmpadas fluorescentes depende do número de acionamentos, nas lâmpadas incandescentes que determina sua vida útil é o período que ela permanece acesa. Esse valor médio gira entre 750 a 1.000 horas.

Índice de Reprodução de Cor – IRC: 100%.
Temperatura de Cor – TC :  2.700 Kelvin(K), ou seja, é uma lâmpada de coloração amarelada.
Tensão de rede: 110 ou 220V.
Podem ser dimerizadas.

 Foto: Amazon

São muito utilizadas para iluminação geral e residencial em vários tipos de luminárias: plafons, arandelas, abajures, luminárias de piso.

Os tipos mais comuns são:

Incandescente transparente que apresenta ótima qualidade de luz.
Incandescente branca leitosa que proporciona maior conforto visual por seu acabamento fosco.
Incandescentes espelhadas que direcionam a luz e são ideais para uso em spots.
Incandescente bolinha que são normalmente utilizadas em geladeiras e fogões são ideais para abajur. e podemos encontrá-la colorida.



Podemos encontrar no mercado lâmpadas incandescente com filamento de carbono, também chamadas de "lâmpada retrô", podemos encontrá-las em diferentes formatos. Porém, elas são energeticamente ineficientes e só devem ser usadas como iluminação decorativa, pois iluminam pouco e geram muito calor. 

 Foto: Bangalô da Tati


HALÓGENAS

Também são consideradas lâmpadas incandescentes, porém dentro do bulbo há um tipo específico de gás em sua constituição, geralmente bromo ou iodo, por isso são chamadas de lâmpadas halógenas.

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Como escolher a lâmpada ideal para sua casa - Parte I

Elyzia Rodrigues | 19.12.17 | | | | | | 2 Comentários
Para ajudar você a escolher e levar a lâmpada certa, abordamos aqui alguns dos principais termos que você encontrará no site e nas embalagens.

Foto: Marido de Aluguel Jaraguá
 
Todas as pessoas têm dúvida sobre a forma correta de iluminar cada ambiente da casa. Não existe nenhuma regra ou exigência técnica em relação ao assunto, mas atender com bom senso ás necessidades das pessoas que utilizam o ambiente deve prevalecer.
Primeiramente temos que entender alguns conceitos importantes para conseguirmos escolher a lâmpada ideal para cada situação.

TEMPERATURA DE COR
A temperatura de cor expressa a aparência de cor da luz emitida pela lâmpada.
Isso quer dizer que quanto mais alta a temperatura de cor, mais clara é a tonalidade de cor da luz.
Quando falamos em luz quente ou fria, não estamos nos referindo ao calor físico da lâmpada, e sim a tonalidade de cor que ela irradia ao ambiente.
As lâmpadas quentes têm temperatura de cor entre 2500K a 3100K. São lâmpadas que deixam o ambiente com a tonalidade amarelada e proporcionam a sensação de calor, aconchego e relaxamento.
É ideal para sala de estar, sala de jantar, quartos e para criar mais proximidade e intimidade.

 Foto: Doppia Interiores
As lâmpadas neutras têm temperatura de cor entre 3100K e 4000K. São chamadas de luz neutra ou natural, pois sua tonalidade é mais branca, a maioria das casas utiliza lâmpadas com essa temperatura de cor.  Sua principal característica é não alterar a cor real dos objetos.
É ideal na cozinha, escritório, bancada de estudos, depósito e banheiro.
 Foto: Mark Sistemas
As lâmpadas frias são lâmpadas com temperatura de cor acima dos 4000K. Elas deixam o ambiente com tonalidade azul-violeta, proporcionam a sensação de limpeza, aumentam a acuidade visual e devem ser usadas em situações que precisamos de foco e atenção.
Ideal para ambientes como cozinha, área de serviço, escritório e banheiro. No caso da iluminação do banheiro é ideal que a maquiagem não seja feita sob essa luz, pois ela altera a cor real dos objetos.

IRC – ÍNDICE DE REPRODUÇÃO DE COR
IRC ou Índice de Reprodução de Cor é a escala de 0 a 100 que utilizamos para medir a fidelidade de cor que a iluminação reproduz dos objetos.
Lâmpadas com IRC na escala entre 80 a 100 são as que reproduzem mais fielmente as cores vistas na decoração ou nos produtos.
Foto: Arquitetizze
Os valores de IRC só podem ser comparados entre temperaturas de cor similares.

POTÊNCIA E FLUXO LUMINOSO
A potência, medida em Watts (W), informa a quantidade de energia que a lâmpada irá consumir para gerar luz. É importante lembrar que ter mais potência não significa que a lâmpada irá proporcionar mais luz, para isso temos outra grandeza, o Fluxo Luminoso, expresso em lúmens (lm).
O Fluxo Luminoso trata da quantidade de luz emitida por uma lâmpada, ou seja, quanto maior o índice, mais luz a lâmpada emite.

VIDA ÚTIL
É a expectativa de durabilidade de uma fonte luminosa.

Foto: Empalux


TIPOS DE LÂMPADAS

As lâmpadas mais comuns encontradas no mercado são:
- Incandescentes
- Halógenas
- Fluorescentes tubulares e Fluorescentes eletrônicas Compactas
- LED

Na próxima semana a gente fala mais detalhadamente sobre cada uma delas.
Porém, se antes disso, tiver alguma dúvida, entre em contato que a gente ajuda você!

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