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Ombrelone: Proteção do sol com charme

Elyzia Rodrigues | 27.9.16 | | | | | 1 Comentário
O ombrelone é uma peça fundamental e indispensável quando se trata de projetos para áreas externas, tanto pela beleza que proporciona aos ambientes, como pela versatilidade de uso.

Foto: Arkpad

O ombrelone tem a função de guarda-sol e é adequado para ser usado tanto á beira da piscina como no jardim e em varandas e sacadas para proporcionar sombra protegendo da incidência direta do sol, além disso, proporciona charme e sofisticação aos ambientes.

Podem ser usados em projetos residenciais e comerciais, eles são leves e fáceis de serem guardados.

Foto: It Ideias

Tal como o toldo o ombrelone pode ser encontrado em diferentes modelos estilos, dobras e angulações, garantindo versatilidade e adaptação em ambientes diversos.

O ombrelone é um acessório que pode ser encontrado em diferentes materiais, os mais conhecidos são os de alumínio, madeira e metal.

Os tecidos usados nos ombrelones tem alta tecnologia embutida em suas fibras.

Foto: Sol & Mar Ombrelones

Há fornecedores que trazem a proteção contra os raios UVA e UVB, outros trazem proteção antimofo, impermeabilidade que permite que não acumulem água e ainda características que retém até 75% do calor sem irradiar para os que estão sob sua cúpula.

O ombrelone pode abrir e fechar, os modelos oferecem todo tipo de mecanismo, desde o manual com trava até os de manivela, mais sofisticados.

Foto: Revista Casa & Jardim
Arquitetura: Maurício Arruda

O modelo mais conhecido de ombrelone é o com eixo central, normalmente utilizado em espaços menores, mas também se encontra no mercado ombrelones laterais com floreiras que são perfeitos para locais amplos e funcionam como tendas de grande cobertura e ombrelones fixados na parede, que utilizam braços articulados e deixam a estrutura suspensa para não ocupar muito espaço.

Alguns modelos de ombrelones já veem com adaptação para luminárias, porém se o modelo mais adequado para a sua área em particular não vier equipado de fábrica, use luzes de Natal ou fitas de LED trespassando pelas hastes do ombrelone.

Para proporcionar uma vida longa ao ombrelone, alguns cuidados são fundamentais:

Foto: Mercado Livre

Em dias de chuva ou de ventos fortes, ele deve ser mantido fechado, por mais resistente que a base seja, porque, dependendo da força dos ventos, a armação que mantém a lona pode empenar.

A limpeza do ombrelone vai depender do material utilizado na cúpula. Algumas são em PVC, outras em lona plástica ou em algodão. Lave-as com sabão ou detergente neutro e jamais utilize produtos abrasivos ou à base de solventes químicos.

Foto: Essência Móveis

Se houver necessidade de fazer a troca da cúpula, nas lojas de lonas, toldos e tecidos com certeza haverá outras boas opções.

Mas como escolher o ombrelone ideal para o seu ambiente específico?

Foto: Pinterest

Antes de escolher as características que o ombrelone deve ter responda a algumas perguntas:
  • Qual a área que quero manter sombreada?
  • O uso do ombrelone será frequente ou esporádico?
  • O local está sujeito a muito vento ou sujeito a um forte impacto das intempéries?
  • Que tipo de ombrelone combina melhor com o mobiliário do ambiente?
Se ainda estiver em dúvida entre em contato que a gente ajuda você a escolher! .

Foto: Sol & Mar Ombrelones

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Leia mais postagens aqui:
Pergolado - Sombra e água fresca
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Como escolher móveis para piscinas

Fonte:
Estilo Via
Westwing





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A primavera chegou!

Elyzia Rodrigues | 26.9.16 | | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
A primavera chegou... Dias quentes, chuvas passageiras,
muitas flores pela cidade.

Foto: Júlio Toledo
Ipê Rosa - Praça da Liberdade - BH - MG
Época de ficar sob um pergolado ou um toldo, curtindo a luz natural que entra pelas
janelas ou pelo telhado, á beira da piscina com móveis adequadamente escolhidos...
Lendo bons livros ou somente apreciando as plantas em seu esplendor.
Tem tudo isso e muito mais aqui!

Olhem o mundo com tudo o que ele tem de bom!
Divirtam-se!
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Como escolher o toldo ideal?

Elyzia Rodrigues | 20.9.16 | | | | | 8 Comentários
Os dias quentes já estão chegando e com eles a maior intensidade de luz solar que entra pelos ambientes.

Foto: Habitíssimo

Em postagens anteriores já falamos á respeito da iluminação natural, das telhas translúcidas e do pergolado, porém todas essas estruturas são fixas e há alguns momentos em que queremos ter um controle maior sobre a quantidade de iluminação natural que entra ou não nos ambientes a nosso bel prazer.

O toldo pode ser uma excelente opção para cobertura, pois vai permanecer aberto ou fechado de acordo com a demanda de cada momento, por ser suspenso vai garantir que o espaço que cobre continue livre, diferente de algumas estruturas em pergolado, por exemplo.

Além disso, ele pode ser usado verticalmente como fechamento lateral do ambiente, pois os dias quentes trazem com eles pancadas de chuva, e ninguém quer ficar dentro de caso só por causa disso, não é?

Antes de escolher um toldo, procure informações com um arquiteto, ou com quem possui um toldo em casa e busque profissionais e empresas conhecidas e que trabalhem com garantia, assim você fica seguro para investir no melhor modelo para você.

Foto: Orceclick

Há no mercado modelos de toldo com maior ou menor flexibilidade, quanto ao tamanho da área de cobertura, quanto á existência ou não de barra de sustentação, quanto ao funcionamento motorizado ou manual, além do material do tecido de cobertura.

O toldo é indicado para uso tanto em áreas comerciais como para residenciais.

O preço de instalação de um toldo vai variar dependendo do tamanho da área a ser protegida, do modelo e do material escolhidos.

Foto: Liwi Decor

A escolha ideal do tecido ou lona do toldo vai depender da quantidade de iluminação natural que queremos bloquear e o tempo que irá passar em condições adversas.  É recomendado escolher sempre uma lona que tenha um bom fator de proteção contra os raios UVA.

As lonas de PVC e as acrílicas são mais baratas, são fáceis de limpar, pois não são aderentes e bastante resistentes ás intempéries.

Foto: Guaira News

As lonas de vinil plástico com trama de nylon são indicadas para quem quer a área de cobertura do toldo receba toda a luminosidade externa. Sua resistência é de aproximadamente 8 anos, mas pode durar mais se não ficar aberto 24 horas por dia.

O policarbonato é uma opção indicada para quem deseja que a iluminação natural penetre no ambiente e que a chuva seja totalmente barrada.

 Foto: Kyowa Toldos

É um material flexível, a desvantagem desse tipo de cobertura é que ela pode esquentar e aquecer o ambiente, mas o mercado disponibiliza coberturas de policarbonato refletivas, que são atérmicas.

Mas não se esqueça, só adquira o produto depois de se certificar que recebeu proteção contra os raios UV. 

O preço é mais alto em relação aos outros materiais, em compensação pode durar até 20 anos.

Foto: Decorando Casas

A tela de fibra de vidro revestida com PVC para fechamento vertical pode ter a abertura da trama maior ou menor, na hora da compra verifique a melhor para o seu caso.

Existem toldos de diferentes cores e elas influenciam no resultado da quantidade de luz que entra em cada ambiente, o branco, por exemplo, ofusca a visão mais do que uma tela escura.

Embora as estruturas de ferro dos toldos sejam bem mais baratas, a estrutura de alumínio e aço levam vantagem, pois garantem melhor resultado e durabilidade.


Para proteger melhor a estrutura de ferro é necessário o uso de pintura eletrostática, anodização e outros tratamentos.

Os toldos retráteis, geralmente são de lona alumínio ou policarbonato, oferecem mais praticidade.

Os toldos de tecido possuem perfis de estrutura articulados e se encolhem em direção à fachada. Já os materiais fabricados em chapas possuem sistema de abertura e fechamento deslizante.

 Foto: As Arquitetas

Os toldos enroláveis só podem ser de tecido e permitem que o vão seja completa ou parcialmente aberto graças a um sistema de molas.

A motorização do toldo é hoje uma solução inteligente e cômoda para os usuários, porque garante aumento de até 25% da vida útil do toldo, além de dar a opção de programação e variação de posicionamento das peças, porém seu preço pode ser até 50% maior.

Cada modelo de toldo vai exigir uma medida máxima e mínima.

Foto: Criativa Coberturas

Os toldos de rolo com braço articulado devem ter no máximo 12,0 m de largura por 3,5 m de projeção; mesmo toldo em leque máximo pode ter 5 m de largura por 7 m de projeção.

Os toldos precisam de cuidados específicos:
  • Nunca recolha o toldo molhado e lave-o regularmente.
  • Use somente sabão neutro e água; nunca utilize produtos químicos, pois isso resseca precocemente o tecido.
  • Não lave com jatos fortes de água, pois estes podem perfurar o tecido do toldo. 

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Guarda-sóis gigantes da Arábia Saudita

Elyzia Rodrigues | 19.8.16 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Localizada em Al Madinah na Arábia Saudita, Al-Masjid al-Nabawi é uma das maiores mesquitas do mundo, e a segunda mais visitada do Islã construída pelo Profeta Mohammed.

Milhões de peregrinos se reúnem nos átrios revestidos em mármore, portanto essas praças abertas tiveram que ser eficientemente climatizadas.

Foto: Dunia Timteng
Al-Masjid al-Nabawi -  Al Madinah - Arábia Saudita
Arquitetura: SEFAR Architecture - 2010


Os designers alemães, SL-Rasch, em colaboração com SEFAR Architecture propuseram uma forma engenhosa de telhado que melhorou o microclima da mesquita sem destruir o seu caráter arquitetônico.

Em novembro de 2010, eles completaram a "plantação" de uma floresta de guarda-sóis dobráveis e gigantes, cada um com cerca de 20 metros de altura.

Eles são os maiores guarda-sóis construídos até hoje.

Foto: Geolocatoin

Os guarda-sóis trabalham em conjunto para constituir um telhado conversível, que cobre uma área total de 143.000 m², que é maior do que a área de chão da mesquita.

Para ter o resultado esperado e fornecer aos peregrinos com sombra ideal e microclima adequados, os protetores solares de alta tecnologia são feitas de um material especial chamado tecido de PTFE, capaz de resistir à radiação UV agressiva.

Além disso, o material tem uma resistência extremamente elevada à tração devido à carga de vento, resistência ao fogo, e valor máximo de flexibilidade, bem como proteção eficaz e transmissão de luz adequada.
Como flores desabrochando, todos eles são programados para abrir e fechar simultaneamente em sequência minuciosamente calibrada para evitar colisões entre as suas partes móveis.
Este procedimento leva três minutos, oferecendo uma cena fascinante para assistir.
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Você sabe o que é policarbonato?

Elyzia Rodrigues | 11.8.15 | | | | | 1 Comentário
Se você precisa cobrir uma área, mas não quer perder a luminosidade o policarbonato pode ser um ótima solução para você.

Alguns aspectos devem ser considerados, se ele será reto ou curvo, a altura do pé-direito, privacidade e custo.

Foto: Minimax

Mas o que é o policarbonato?

O policarbonato é um plástico derivado de resinas de carbono, um material que amolece ao ser aquecido e endurece quando resfriado permitindo que se façam curvas ou outros formatos, sem nenhuma emenda, além de garantir alta resistência mecânica e pouco peso. Também é denominado termoplástico.

Inicialmente o policarbonato era mais usado em indústrias para proteção e segurança de operadores, porém hoje ele é largamente usado em vários projetos de arquitetura de diferentes espaços, principalmente para coberturas em jardins de inverno, garagens, estufas e piscinas.

É indicado não somente para coberturas, mas também para fechamentos laterais em áreas que exijam iluminação natural, por seu nível de transparência  e alta resistência a impactos (em média 200 vezes superior à do vidro e trinta vezes maior que a do acrílico).

É encontrado no mercado em forma de chapas ou telhas.


São três os tipos de chapas encontradas no mercado:
  • chapas compactas, são placas lisas, mais espessas e translúcidas permitem a entrada de até 90% de luminosidade.
  • chapas alveolares, são placas com aparência de um vidro canelado, são mais leves e menos translúcidas.
  • chapas refletivas, são chapas compactas que recebem um composto químico em sua fabricação o que melhora a eficiência térmica pois refletem até 30% da energia solar.

As telhas podem ser onduladas ou trapezoidais.

Foto: A&CWeb

As dimensões das chapas vão variar de acordo com cada tipo de policarbonato e com as diferentes especificações do projeto.

As chapas de policarbonato podem ser de diferentes cores. 

O policarbonato também é usado em equipamentos urbanos como pontos de ônibus e também nas esquadrias fixas dos metrôs. O policarbonato utilizado nesses tipos de projeto recebe um banho de resina durante a fabricação para criar uma película antiriscos para torná-lo mais resistente.

Foto: Amplia Engenharia
Ponto de ônibus - Paulínia SP

Mas qual o tipo de policarbonato escolher para o seu projeto?

Primeiro é necessário definir qual a função do espaço a ser protegido.
Como dito anteriormente, questões como quantidade de luminosidade, altura de pé-direito, existência ou não de ventilação vão interferir nessa escolha.

Espaços onde não há ventilação exigirão policarbonatos com maior eficiência térmica, por exemplo.

Foto: Architecture AU

Ou em situações em que a luz deva entrar mas a privacidade deve ser mantida,  o policarbonato compacto deve dar lugar ao policarbonato alveolar.

A instalação do policarbonato deve ser executada por  mão-de-obra especializada, não somente para ajudar a responder sobre esses aspectos, mas também por ser necessário o uso de acessórios e forma de manusear específicos.

Foto: Polysolution

Uma característica é a sensibilidade do material à abrasão. Menos rígido do que o vidro, ele risca facilmente.

Uma chapa de policarbonato é mais cara que o vidro nas mesmas dimensões, porém por ser muito mais leve que o vidro, a estrutura utilizada em uma cobertura de policarbonato acaba compensando a diferença, já que ela será menos robusta e logo mais barata.

Foto: StarToldos

Se o espaço onde for instalado está sujeito á muita poluição ou mesmo para áreas que exigem limpeza constante, recomenda-se a colocação de uma película anti-abrasiva.

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Iluminação Natural

Elyzia Rodrigues | 17.2.15 | | | | | 10 Comentários
É muito comum vermos edificações terem como única forma de iluminação de seus ambientes a iluminação artificial.

Foto: Casa Abril

Não é porque a quantidade de janelas seja insuficiente, muito pelo contrário, muitas vezes as janelas são enormes e o sol entra diretamente no ambiente causando ofuscamento em quem o utiliza, além de produzir bastante calor.

Para minimizar esses impactos, as janelas estão constantemente fechadas por cortinas, blackouts ou persianas, porém, o uso dessa estratégia faz o consumo de energia aumentar, pois as lâmpadas ficam todo o tempo acessas para iluminar o ambiente e o ar condicionado também para amenizar o calor.

Foto: Rio Renovável

Ora por terem sido construídas sem a orientação de um bom profissional de arquitetura, ora por não terem sido projetadas com o devido cuidado, o fato é que a iluminação natural é item fundamental a ser pensado para quem vai projetar ou construir.

Uma edificação em que a iluminação natural é aproveitada de forma coerente, maximizando seu potencial e minimizando seu impacto pode criar um ambiente extremamente agradável de permanecer.

ILUMINAÇÃO ZENITAL
Uma das formas de se aproveitar a iluminação natural é fazendo uso de vãos na cobertura, o que chamamos iluminação zenital.

Foto: Casa Mineira

Ela pode ser uma grande aliada para iluminar adequadamente ambientes internos, mas é preciso certo critério, pois como já falado, os vãos permitem a entrada de iluminação, mas também de calor.

 Esse tipo de iluminação é ideal para a distribuição de iluminação em ambientes de grandes dimensões e com pé-direito duplo e pode ser um grande aliado na estética do ambiente.

Foto: Eco Desenvolvimento

A área de entrada de luz natural não deve ser superior á 10% da área de piso, pois corremos o risco de aumentarmos a temperatura interna da área. 

A iluminação zenital compreende vãos com fechamento em material translúcido criados na cobertura para gerar entrada de luz através dele. 

Seu uso é muito comum em galpões industriais, mas também podem ser encontradas em shopping center e residências.

Foto: Amig Engenharia

Oferece maior uniformidade de iluminação, em alguns tipos pode ocorrer ventilação natural, através do efeito chaminé.

A desvantagem desse tipo de iluminação se deve a dificuldade de controlar a intensidade da luz que entra por ela, porém, quando feita por um profissional especializado pode ser sanada facilmente.

Foto: Casa e Jardim

Seu uso em áreas de pouca altura e dimensões reduzidas deve ser bem pensado.

Sua manutenção também deve ser constante, por estar diretamente sujeita a intempéries, seu custo é alto, pois necessita de um bom sistema de vedação e as faces translúcidas devem ser bastante resistentes para suportar constante limpeza.

A iluminação zenital pode ser dos seguintes tipos:

Shed – Caracteriza-se por uma abertura única orientada no telhado no sentido Sul, ou seja, a luz solar que entra por ele será indireta. 

Foto: ArchDaily Brasil - Nelson Kon
Hospital Sara Kubitschek - Salvador - BA
Arquiteto: João Figueiras Lima  - 1984

Lanternim – Caracteriza-se por ser um vão com duas faces opostas de entrada de luz, com orientação no sentido Norte-Sul.


Clarabóia – Caracteriza-se por ser um vão em posição mais horizontalizada, sua manutenção é mais complexa e  a questões térmicas devem ter atenção redobrada.

Sua iluminação não é homogênea ao longo do dia.

Foto: Casa e Jardim

Clarabóia tubular – Caracteriza-se por um vão em forma de semiesfera que conduzem a iluminação natural para dentro do edifício através de tubos reflexivos. 

Foto: Solatube - Aqualung

Átrio – Caracteriza-se por ser uma cobertura translúcida muito utilizada em edificações de grande altura para captação de iluminação de áreas de uso comum. 

Foto: Acervo Particular
Shopping Boulevard - Belo Horizonte

A iluminação natural para ser bem aproveitada deve ser sempre indireta e a iluminação zenital nem sempre permite essa característica em todas as horas do dia. 

Foto: Pinterest 
Edifício Oscar Niemeyer - Belo Horizonte - MG
Arquiteto: Oscar Niemeyer - 1954

O brisesoleil, brise ou quebra-luz foi, ao lado do cobogó, um elemento muito utilizado pela arquitetura moderna brasileira para minimizar os impactos do sol nos ambientes internos. 

Foto: Casa Abril

Tal como as bandejas de luz, ele é utilizado para impedir a incidência direta do sol para o interior da edificação, possibilitando assim ausência de ofuscamento e diminuição do calor.
São mais eficientes se usados externamente á fachada, pois diminuem a condução de calor para o interior. 
O brises podem ser fabricados em concreto, metal, madeira. 

Foto: Portal O Globo 
Palácio Gustavo Capanema - Rio de Janeiro - RJ 
Arquitetos: Oscar Neimeyer  Lúcio Costa e Affonso Eduardo Reydi - 1943

Sua posição, se vertical ou horizontal, vai depender da relação de cada uma das fachadas com a posição do sol ao longo do dia.
Considerando a posição solar aqui no Brasil, pode-se dizer o seguinte: 

Imagem: Vitruvius

As fachadas direcionadas á Norte, ou seja, as que recebem o sol ao longo de todo o dia, os brises são instalados horizontalmente. 
As fachadas á Leste, que recebem o sol da manhã, e as fachadas voltadas á Oeste que recebem o sol da tarde, os brises são instalados verticalmente.
As fachadas voltadas para o Sul têm pouca incidência solar e neste caso o uso do brise é somente estético.
Os brises podem ser articulados ou fixos. 
O tipo articulado é mais eficiente, pois é possível movimentá-lo de acordo com a necessidade, ou com a vontade de ter mais ou menos incidência solar.

Foto: AECWeb

Já com os brises fixos isso não acontece, exigindo assim que os estudos sobre o percurso do sol seja feito cuidadosamente para garantir que a distância entre eles permita a entrada de sol exata, nem mais nem menos.

A bandeja ou prateleira de luz é uma técnica utilizada para garantir um maior aproveitamento da luz natural e para redução da incidência solar no interior dos ambientes, pode ser usada juntamente com o brise em alguns casos.

Foto: Abrava

Sua função é refletir a luz para a laje de forro interna da construção aumentando seu alcance de iluminação.

As fachadas em que funciona de forma mais eficiente são as voltadas á Norte. 

Com essa técnica a luz solar que entra é mais homogênea e produz uma iluminação com maior qualidade e que não causa ofuscamento.


Sua função é refletir a luz para a laje de forro interna da construção aumentando seu alcance de iluminação.
As fachadas em que funciona de forma mais eficiente são as voltadas á Norte. 

Com essa técnica a luz solar que entra é mais homogênea e produz uma iluminação com maior qualidade e que não causa ofuscamento.

Foto: Viridis
Biblioteca Pública Oregon - EUA

Para que essa técnica funcione bem a parede e o teto devem ser em cores claras para que reflitam a maior quantidade de luz.

Para usar todo o potencial que a técnica oferece é preciso que seu dimensionamento seja feito corretamente, assim é necessário consultar um especialista no assunto.

Foto: Casa Abril 
Arquiteto: Paulo Bruna 

É importante salientar que a iluminação natural é de extrema importância para a nossa saúde, bem-estar e produtividade, pois ativa as funções fisiológicas influenciando positivamente no nosso ciclo biológico.

Aproveitar a iluminação natural de forma adequada é garantia de economia de energia, porém esta iluminação deve ser cuidadosamente planejada, pois necessita da avaliação do clima local, percurso do sol entre outros critérios de interferência.

Foto: AEAJS

Se você vai construir ou reformar um profissional que tenha essas informações será de fundamental  importância para ajudá-lo a ter todo o potencial desse bem natural que é de graça.

Quer saber mais á respeito, veja essa matéria do site ArchDaily Brasil - Clarabóias de barro - iluminação  natural a partir de materiais reutilizados.

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