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Como aproveitar as águas de chuva

Elyzia Rodrigues | 24.10.17 | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
É início de Outubro e recebo notícias de que em Itambacuri, cidade situada no Vale do Rio Doce em Minas Gerais, terra onde nasceu meu pai e onde passei boa parte da minha infância está passando por um racionamento de água em razão de uma crise hídrica que começou em meados de 2015. 


Itambacuri infelizmente não é um caso isolado. O racionamento de água já é realidade em 25 cidades mineiras atendidas pela Copasa¹. No país, até Julho deste ano, 176 cidades tiveram a situação de emergência reconhecida pela União em função da seca, 151 em Minas Gerais e 25 no Piauí².
 
Neste contexto de mudanças climáticas e esgotamento dos recursos hídricos a conservação da água em edificações torna-se cada vez mais importante. Como conservação entenda-se o combate ao desperdício da água nas atividades cotidianas através da mudança de hábitos e emprego de tecnologias economizadoras nas instalações sanitárias e o reuso ou aproveitamento de águas menos nobres para o uso em atividades que não requeiram alto grau de potabilidade da água.
 
Uma das fontes de água mais comuns e de fácil acesso à população vem da precipitação de chuvas.
Atualmente a captação de águas pluviais tem adquirido crescente importância nos sistemas de distribuição de água como forma de reduzir a demanda por água potável.
 
Esquema básico de captação de águas pluviais
 
As normas brasileiras estabelecem que o sistema de drenagem pluvial deva ser separado do sistema de esgoto sanitário, ou seja, é necessária uma rede exclusiva para este fim. Este modelo, conhecido como “separador absoluto” (que tem como principal objetivo reduzir os custos no transporte e destinação final dos rejeitos nas redes públicas) favorece o aproveitamento das águas de chuvas, uma vez que não se faz necessário efetuar um tratamento desta água, mas apenas um processo de filtragem simplificado para separar as sujeiras que geralmente são carreadas pelo efluente.
 
A norma brasileira que trata e dá diretrizes ao aproveitamento de águas pluviais é a NBR 15527 – Água de Chuva – Aproveitamento de coberturas em áreas urbanas para fins não potáveis – Requisitos. Esta norma estabelece os parâmetros de qualidade da água para usos restritivos não potáveis, mas ressalva que a opção pela desinfecção fica a cargo do projetista.
 
O mais comum é que caso esta água não for usada para fins potáveis como beber, cozinhar ou tomar banho, a desinfecção pode ser dispensada.
 
Isto não dispensa, no entanto, a necessidade de controle da qualidade da água armazenada como será visto adiante.
 
Qualquer que seja o tamanho do sistema ele será composto por basicamente quatro etapas: captação, filtragem, armazenamento e distribuição.

Mini Cisterna: modelo simplificado para captação de água de chuva.
Ideal para pequenas residências.

As águas das chuvas são captadas através das calhas, passam por um filtro que retém as impurezas, são armazenadas em cisternas, barris, baldes ou qualquer outro tipo de recipiente que possa mantê-la protegida e são distribuídas através de tubulações ou manualmente.
 
Independente do modelo adotado é necessário que a primeira água de chuva seja descartada, pois acarreta todo tipo de sujeira acumulada nos telhados. A NBR 15527 recomenda que 2 mm (2 litros) de chuva por metro quadrado de cobertura deve ser descartado antes da coleta efetiva da água. Isto significa dizer que para um telhado de 100 m², devem ser descartados os primeiros 200 litros.
 
As águas provenientes das chuvas não são potáveis e, portanto deve ser criada uma rede de distribuição exclusiva que não deve ser misturada à rede de água potável.
 
Alguns equipamentos oferecidos no mercado prometem a total desinfecção da água coletada entregando-a em grau de potabilidade próprio para consumo. Nestes casos o investimento inicial é maior e o controle da qualidade da água é de responsabilidade do usuário.



Sistema completo de aproveitamento de águas pluviais com uso de cisterna e pressurizador na distribuição.
 
As instalações para captação de águas pluviais podem ser bastante simplificadas, totalmente manuais como no caso de mini-cisternas, ou totalmente automatizadas, sem necessidade de intervenção dos usuários. Nos modelos automatizados, em épocas de estiagem o reservatório de águas pluviais é alimentado por água potável proveniente da rede pública.
 
  Filtro residencial para coleta de águas pluviais (3)
 
Em casos de edificações altas ou de reservatórios subterrâneos é necessária a inclusão de uma estação elevatória para fazer o bombeamento da água captada para o reservatório superior ou de um pressurizador para alimentar diretamente os pontos de consumo.
 
O mercado brasileiro tem apresentado cada vez mais opções em equipamentos para captação de águas pluviais, mas também é possível encontrar na internet soluções caseiras para filtros e cisternas.

 
 Filtro para coleta e tratamento de águas pluviais (4) 
 
 
 Filtro de água de chuva de baixo custo (5)
 
 
Seja qual for a solução adotada, alguns cuidados devem ser observados:
 
• O reservatório de águas pluviais deve ficar lacrado, enterrado ou protegido contra a incidência direta de luz solar.
• Deve ser limpo anualmente com o esgotamento total de seu conteúdo.
• Ele deve ficar afastado de qualquer perigo de contaminação como fossas e latrinas.
• Deve ser feito de material que não solte substância na água.
• Os pontos de consumo de água de chuva devem estar identificados com os dizeres “água não potável”.
• Deve ser feita uma verificação visual periódica da água do tanque para aferir aspectos de turbidez e cor e presença de folhas.
• Todo o sistema deve receber limpeza periódica conforme se segue:
 
 
A coleta de águas pluviais visa diminuir a demanda por água potável e pode gerar, por consequência, economia nas tarifas pagas às concessionárias públicas.
 
No entanto, mais importante que diminuir a conta de água é a preservação dos recursos hídricos.
 
Da próxima vez que for projetar ou construir pense com carinho numa solução de coleta de águas pluviais.
 
O bolso agradece e o nosso planeta também.
 
Em breve falaremos sobre o reuso de águas servidas. Até lá!
 
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Projeto de instalações hidráulicas e sanitárias

Elyzia Rodrigues | 19.9.17 | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Quando olhamos uma foto de algum edifício ou determinado ambiente nas páginas de uma revista, na internet, ou até mesmo pessoalmente, muitas vezes não nos damos conta que por trás das fachadas envidraçadas, da bela tapeçaria, do mobiliário, dos quadros, esculturas e obras de arte que compõem a decoração, existe toda uma parafernália, na maioria das vezes escondidas dentro de paredes e tetos, que garante o perfeito funcionamento daquela edificação dando suporte às atividades que são exercidas pelos usuários.

Foto: Casa & Jardim

A este conjunto de coisas damos o nome de “sistemas prediais” ou “instalações prediais”.

Entre os sistemas prediais mais comuns estão os destinados a instalações hidráulicas e sanitárias e instalações elétricas. Dificilmente você irá encontrar uma obra que não tenha pelo menos um destes sistemas.

Dependendo do tipo e do uso de determinada edificação estes sistemas podem se tornar mais complexos e incluir outras instalações, como por exemplo, instalações de ar condicionado, automação predial, combate á incêndio, instalações de gás, segurança patrimonial, sistemas de proteção contra descargas atmosféricas e outros.

Foto: A&History
Centro Georges Pompidou - Paris - França - 1977
Arquitetura: Renzo Piano e Richar Rogers

Hoje vamos conhecer um pouco mais sobre um conjunto de sistemas que são vitais para qualquer edificação: instalações hidráulicas e sanitárias. Estes sistemas englobam as instalações de água fria, água quente, esgoto sanitário e esgoto pluvial.

As instalações hidráulicas e sanitárias são partes indissociáveis de um sistema que tem a função de receber/captar água potável, armazenar, distribuir até os pontos de consumo e drenar esta água após o uso, direcionando o efluente para a rede pública de coleta de esgoto ou sistema séptico (fossa séptica ou estações de tratamento) nos locais não servidos por uma rede de esgoto.

O sistema de drenagem pluvial tem como função captar a água de chuva que se precipita sobre a edificação (coberturas e pisos) conduzindo-a para a rede pública de coleta.

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Compatibilização entre projeto de Arquitetura e Projeto de Segurança

Elyzia Rodrigues | 29.8.17 | | | | | Seja o 1º a comentar!!

A medida que o mundo se desenvolve cresce a escala de complexidade para produção de bens e serviços, criando assim muitos locais com potencial cada vez maior de incêndio.



Os shopping centers, complexos de diversão e entretenimento, rede de hospitais, hipermercados, edifícios cada vez mais altos e com grandes áreas estão entre as maiores armadilhas da Segurança contra Incêndio.

O desenvolvimento tecnológico nas áreas de eletrônica, robótica, informática e automação se expandem para todos os tipos de edificação, inclusive residenciais.
Nesse contexto é preciso garantir cada dia mais que construções e procedimentos se tornem mais seguros para minimizar os riscos no uso ou na operação.


Todo projeto de arquitetura, seja ele novo, seja porque tenha sofrido reformas, seja porque tenha seu tipo de uso ou ocupação alterado ou porque tenha tido acréscimo de área, ele deve ser aprovado pelo Corpo de Bombeiros.

O Projeto de Segurança Contra  Incêndio e Pânico, também conhecido pela sigla PSCIP pode ser elaborado por arquitetos, engenheiros ou engenheiros de segurança.  Esse projeto é solicitado pelo proprietário da edificação ou pelo responsável pelo uso e em edificações mais complexas exigidas pelos órgãos públicos para que possam estar livres para funcionar.

O projeto de prevenção e combate á incêndio deve ser desenvolvido levando em consideração as diretrizes fornecidas pelas leis, decretos e circulares dadas pelo Corpo de Bombeiros da sua cidade ou região.


As instruções técnicas são as principais normas técnicas que estabelecem as diretrizes detalhadas sobre as medidas de segurança exigidas para cada tipo de edificação, com suas respectivas peculiaridades. Essas diretrizes ganham complexidade á medida que as edificações crescem em razão do uso, da área, da altura e da população.

Das medidas de segurança ditadas pelas instruções técnicas, as saídas de emergência, os extintores, a iluminação de emergência e a sinalização de emergência são as quatro medidas fundamentais em qualquer edificação ou área de risco, independente de seu uso, área, altura ou população.

Tendo conhecimento dessas instruções técnicas somos levados a pensar que não é somente as saídas de emergência que causam impacto no seu projeto de arquitetura.  O controle dos materiais de acabamento, a instalação de hidrantes ou chuveiros automáticos, compartimentação horizontal e vertical, segurança estrutural contra incêndio, acesso de viaturas, são outras medidas que também interferem diretamente no projeto de arquitetura e devem ser pensadas durante a sua elaboração.



Todas elas são diretrizes que precisam ser incorporadas ao programa de projeto da edificação, algumas dessas diretrizes podem apresentar divergências com algumas diretrizes da Lei de Uso e Ocupação do Solo do município. Ou seja, elas podem impactar inclusive nos custos e prazos do empreendimento.
Um edifício é considerado seguro entre outros requisitos funcionais:

Quando dificulta a ocorrência do princípio de incêndio. Esse requisito é conseguido através do controle de materiais de acabamento e revestimento utilizado na edificação e deve ser feito para pisos, paredes e divisórias, forro e cobertura. Esse controle determina o padrão de segurança dos materiais desses elementos arquitetônicos quanto á reação ao fogo.


Quando dificulta a ocorrência da inflamação generalizada do ambiente. Essa edificação deve ser munida de um sistema de detecção de fumaça e alarme, este sistema tem a função de alertar de forma imediata a ocorrência do princípio de incêndio para que ele seja controlado com rapidez.


 Quando possibilita a extinção do fogo no ambiente de origem. A rápida extinção de um foco de incêndio é feita também através de extintores em função da classe de incêndio provável para determinada edificação.



Quando dificulta a propagação para outros ambientes. Para atender a esse requisito de segurança a edificação deve ser projetada com compartimentação vertical e horizontal. O papel da compartimentação é impedir o crescimento do incêndio em um ambiente ou em uma edificação por meio de barreiras resistentes ao fogo, aumentando a segurança nas ações de abandono do prédio pelos ocupantes e facilitando o combate ao incêndio.

Quando dificulta a propagação para edifícios adjacentes.  Com o intuito de impedir que o incêndio de uma edificação se propague para edificações vizinhas são necessárias além das medidas urbanísticas de afastamento estabelecidas pela Lei de Uso e Ocupação do Solo, medidas arquitetônicas e projeto estrutural adequado á Segurança contra Incêndio.

 
Quando permite a evacuação segura dos usuários do edifício. A saída de emergência é a mais importante medida de segurança contra incêndio e é resolvida na elaboração de projeto de arquitetura, sendo o requisito de maior impacto no mesmo. As saídas de emergência compreendem acesso, rota de saídas horizontais, escadas ou rampas, descarga.

Cada edificação deve ter um tipo de escada adequada conforme seu uso, área, altura e população.

Além disso, para permitir saída segura dos usuários, a edificação ainda deve ter medidas de segurança como iluminação de emergência e sinalização de emergência. São essas as medidas que auxiliam os usuários no momento de evacuação da edificação numa situação de emergência. O tipo de iluminação de emergência escolhido vai solicitar que ela seja prevista no projeto elétrico.


Também é considerado seguro a edificação que se mantêm íntegra, sem danos, sem ruínas parciais e/ou totais. Compartimentar a edificação através de elementos verticais ou horizontais, dividindo pavimentos horizontal ou verticalmente além de garantir que o incêndio não se propague ao longo da edificação, também assegura que os prejuízos sofridos em situações de risco sejam minimizados.

Permitir operações de combate ao fogo e resgate ás vítimas. Algumas edificações devem prever condições mínimas de acesso para a segura aproximação das viaturas no momento do combate ao incêndio.

Um elemento importante nos projetos e que muitas vezes fica esquecido ao longo da elaboração do projeto de arquitetura é a instalação da central de gás natural ou GLP, o Corpo de Bombeiros entre outras ações também possui definições sobre sua instalação e prevenção de vazamento de gases.

Com isso podemos concluir que para garantir a produção de uma edificação, as diretrizes de Segurança contra Incêndio devem ser consideradas no estudo preliminar, na concepção do anteprojeto, na elaboração do projeto executivo, na construção, operação e manutenção.

E que se o arquiteto compreender as exigências de normas e regulamentos relacionados á Segurança contra Incêndio será capaz de incorporá-lo ao projeto de arquitetura garantindo mais coerência entre as diretrizes de segurança com os aspectos plásticos, funcionais e econômicos.

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Projetos complementares - Contratar ou não?

Elyzia Rodrigues | 25.7.17 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Até aqui todo mundo já sabe a importância que um projeto arquitetônico tem para que tenhamos uma casa adequada ás nossas necessidades estéticas e funcionais, na hora da construção ou para legalização da obra, ou em função de questões econômicas.  
 
Foto: Clube do Instalador

Também vimos em postagens anteriores um pouco sobre a importância do projeto estrutural, ou do levantamento planialtimétrico, por exemplo.

As casas hoje em dia podem exigir outras instalações como condicionamento de ar, sistema de segurança, rede de dados, além das instalações elétricas e hidrossanitárias.

A esses projetos damos o nome de projetos complementares, ou seja, eles são importantes para garantir o bom funcionamento da casa. Mesmo que você não queira que as tubulações fiquem aparentes, ainda assim, os projetos complementares são fundamentais. 

Foto: Arquitetando Moda
A maioria das pessoas não percebe a importância de realizar esses projetos porque não são necessários para a legalização da obra, e muitas vezes há bons profissionais que são capazes de executar sistemas mais simples com perfeição, porém, quando ocorre alguma surpresa e a instalação precisa de reparos ou reformas, esse profissional não está no local e depois de tanto tempo não é capaz de lembrar como o sistema foi instalado. 

 
O projeto de Instalação Hidráulica dimensiona o consumo diário, os reservatórios, os ramais, os sub-ramais, os alimentadores, hidrômetro, bomba de água fria e tubulações de sucção e recalque.

Em um projeto bem elaborado, emendas mal feitas, conexões que dificultam o livre fluxo de água pela tubulação podem ser facilmente evitados, com um projeto em mãos é muito fácil encontrar vazamentos e consertá-lo sem grandes danos á estrutura.


Além disso, o projeto hidráulico pode ser elaborado levando em conta medidas mais sustentáveis como captação de águas pluviais e do sistema de energia solar que serão incorporados á ele.

O projeto de Instalações Elétricas dimensiona os cabos, disjuntores, dispositivos de proteção, aterramento, divisão dos circuitos, separa circuitos exclusivos para aparelhos específicos.

Para que o projeto de instalações elétricas funcione adequadamente é preciso que ele atenda adequadamente os hábitos e necessidades dos moradores da casa. Há casas com salas com sistema de áudio, som e imagem, e também com sistemas de controle e automação
 
Foto: Revista Sua Casa 
 
É através do projeto elétrico bem planejado que as tomadas serão adequadamente posicionadas e dimensionadas para os respectivos equipamentos, eletrodomésticos e eletrônicos.

Sem esse planejamento, faltam tomadas ou elas ficam mal posicionadas em relação ao aparelho que devem abastecer. Isso é fundamental para evitamos o uso indiscriminado de benjamins e extensões ligando vários equipamentos em um mesmo ponto e causando uma perigosa sobrecarga na tomada.
 
 
O projeto elétrico também deve contemplar as diretrizes exigidas pelo sistema de segurança com suas tubulações, eletrocalhas, cargas e pontos de alimentação do sistema.

O projeto do sistema de segurança exige uma área com umidade e temperatura controladas para instalação do equipamento, desse modo, o arquiteto, ao elaborar o projeto deve estar ciente dessa decisão.
 
 Foto: 2 Quartos
 
Para evitar desperdício e sobra de materiais é fundamental a contratação dos projetos de instalações, pois com eles conseguimos estimar a quantidade de as características dos materiais que serão utilizados antes da obra começar, ajudando a definir com mais precisão o orçamento e economizar no custo da obra.

Sobrecargas nas tomadas, aquecimento do circuito elétrico, picos de energia danos nas tubulações ao realizar reformas, entupimento, refluxo e mau cheiro, presença de insetos e roedores, alto custo para construir e/ou reformar, alto valor nas contas de luz e água, retrabalho, dificuldade de instalação... Ufa!

Ainda na dúvida sobre a importância dos projetos complementares?
 
 
Não tenha dúvidas! Os projetos complementares não são um custo á mais para sua obra, procure um profissional qualificado que entenda a necessidade de um projeto de instalações prediais e o contrate para garantir a sua segurança e conforto.

O risco de não ter projeto de instalações complementares é muito maior que a economia de não fazê-lo.

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